Conteúdo para nutricionistas
Marketing para nutricionista com a régua do CRN: três publicações por semana na sua identidade visual, sem antes e depois de corpo e sem plano alimentar em post. Você aprova pelo celular; a produção é nossa.
Alimentação é o assunto de saúde sobre o qual todo mundo tem uma opinião pronta. Ele aparece no almoço de domingo, no grupo da família e no feed inteiro — e chega à sua sala já formado, com nome de dieta e prazo de resultado.
É por isso que, na nutrição, assunto nunca falta. E é pela mesma razão que ela é a área mais difícil de sustentar com seriedade: o seu post divide a tela com tudo o que se fala de comida por ali, no mesmo tamanho e com o mesmo formato.
A diferença que a pessoa percebe não vem de aparecer mais. Vem do que o seu perfil se recusa a fazer — e do que ele explica justamente onde ninguém está explicando nada.
✦ Compare antes de decidir
As alturas ao lado são proporcionais aos preços. A diferença por mês é essa mesmo.
Agência de marketing
Be Visible Instagram
R$ 1.200 a menos, todo mês
O que o mês publica
12 posts prontos por mês — 3 por semana, você só aprova.
Cada área da saúde tem a sua imagem mais pedida e mais arriscada. Na nutrição é o antes e depois de corpo: duas fotos lado a lado e a diferença em quilos escrita por cima. A nossa posição é não fazer. O que aconteceu com uma pessoa não se repete na outra, e a peça que sugere que sim promete aquilo que ninguém tem como garantir.
Com ela ficam de fora o número de peso perdido, a promessa de resultado, o depoimento de paciente, o caso identificável e o preço estampado na arte — a régua mais conservadora da publicidade em saúde, e ela vale para todas as salas que atendemos. Nada vai ao ar sem o seu aceite, porque quem responde perante o conselho é você; para o que for específico da nutrição, a confirmação é com o seu CRN regional, e há o texto de cada norma reunido com o link do documento para ler uma vez e voltar quando precisar.
No lugar daquela foto entra o que ninguém consegue fotografar: o que a consulta investiga. O exame que chegou fora do intervalo de referência e o que ele ainda não quer dizer sozinho. A história alimentar de quem já tentou seis coisas antes de sentar ali. O turno de doze horas que decide o que é possível comer às três da manhã. O sono, que muda a fome do dia seguinte. Nada disso cabe num par de fotos, e é exatamente o que a pessoa tenta avaliar antes de marcar.
✦ O que a presença constrói
Clínica, sala dividida, convênio, plantão, atendimento online — onde você atende pode mudar várias vezes ao longo da carreira. Sua marca vai junto. O Be Visible Instagram trabalha a sua marca todos os meses — um perfil que constrói lembrança enquanto você atende.
Perfil que só se anuncia vira panfleto — e panfleto ninguém segue. Seu conteúdo alterna quatro frentes que constroem um nome:
Posts de serviços com direção de arte — informação e convite, nunca promessa.
Conteúdo que mostra o seu método e o seu cuidado — o que faz alguém escolher você.
Mito e verdade, prevenção, quando procurar ajuda — em linguagem simples.
Identidade visual consistente que faz seu nome ser reconhecido no feed.
Essa é a linha que decide o que pode virar post. Plano alimentar é conduta: nasce do exame, da rotina, da preferência, do orçamento e da história de uma pessoa só, e publicado vira receita para quem nunca foi avaliado. Por isso cardápio não sai daqui — nem na versão disfarçada, o "café da manhã que eu passo para todo mundo", que é a mesma coisa com outro nome.
O que sobra é muito maior do que parece. Dá para explicar por que duas pessoas com o mesmo objetivo saem da consulta com condutas diferentes. Dá para separar o que tem evidência do que virou regra por repetição — a fruta à noite, o carboidrato depois das seis, a semana de detox de janeiro. Dá para contar como funciona o retorno: o que se mede, o que se ajusta, por que a primeira quinzena raramente é a que define. E dá para mostrar o que costuma ser cortado por conta própria sem nenhuma necessidade.
Nada disso se copia de um perfil genérico de nutrição, porque sai da sua rotina. Como um mês se divide para não virar doze vezes o mesmo post é a régua que a produção usa, e há dez assuntos de nutrição já separados para quem quiser ver a régua aplicada em pauta.
Essa divisão vira doze publicações por mês, e antes de ser uma pergunta de conteúdo ela é de operação: para qual dos três leitores da sua conta cada peça foi escrita, o que dá para fotografar quando a comida sai do centro da cena, e onde termina a fila de "posso comer isso?" que chega no direct. Está em o perfil de um consultório de nutrição, do lado de dentro.
✦ Antes de decidir
A gente conhece o seu trabalho, monta catorze dias de conteúdo com a sua cara e entrega tudo pronto — arte, texto e legenda. Esse período não é cobrado: você vê o que a gente faz antes de decidir qualquer coisa.
No WhatsApp: a sua área, o seu jeito de atender, o seu @ e as fotos que você já tiver.
Catorze dias de conteúdo com a sua identidade visual, dentro das normas do seu conselho.
Arte e legenda, post por post, prontos para publicar. O que fazer com eles é decisão sua.
✦ Quem já usa
O que mudou para eles não foi o número de seguidores. Foi a segunda-feira de manhã.
Eu adiava o post da semana desde sempre. Hoje o mês chega pronto e eu só aprovo.
Na primeira semana eu conferia post por post com a resolução do CFM aberta. Faz tempo que não abro.
Perguntei logo se eu ia ter que gravar vídeo. Não gravei nenhum, e o perfil continua parecendo meu.
Meu último post era de outubro do ano passado. Agora tem coisa nova lá toda semana, e eu não passo do "aprovar".
Aprovo o mês inteiro esperando o primeiro paciente chegar.
A agência de antes chamava o meu trabalho de massagem. Aqui eu não precisei explicar o que é RPG.
Eu sentava com o celular sem saber o que dizer. Agora os assuntos já vêm escolhidos — são as perguntas que os pais me fazem.
Entrei pelos 14 dias só para ver no que dava. Assinei o ano antes de eles acabarem.
Nutrição não é só emagrecimento, e o público muda inteiro conforme o recorte. Clínica, esportiva, materno-infantil, oncológica, comportamental, vegetariana, hospitalar: cada um é um assunto do tamanho de uma profissão, com dúvidas próprias, vocabulário próprio e quase ninguém disputando espaço.
Quem procura depois de um diagnóstico não está pesquisando dieta — está tentando entender o que ainda dá para comer durante um tratamento, e por que o apetite sumiu. A gestante pergunta sobre ferro, enjoo e o que fazer quando nada desce. O corredor que treina para a primeira prova longa quer saber o que cabe no estômago às cinco da manhã. Cada um digita a própria situação, com as palavras dela, e encontra quem estiver falando daquilo.
As duas portas de entrada também pedem coisas diferentes. Quem chega encaminhado por outro profissional traz um exame na mão e uma pergunta com nome: já sabe o que tem, quer saber o que muda no prato. Quem chega por conta própria traz uma dúvida ainda sem nome e, às vezes, uma lista de restrições que ninguém pediu. Um perfil que fala com os dois responde antes da consulta boa parte do que hoje ocupa os dez primeiros minutos dela — e é aí que a indicação começa, na pessoa que entendeu alguma coisa sobre o próprio corpo e sabe a quem creditar esse entendimento. Do lado de quem encaminha, a sala de onde vem boa parte dos exames alterados trata a mesma queixa por outro caminho.
Quando o atendimento acontece numa casa com mais profissionais, as duas presenças convivem sem competir: o perfil da casa fala pelo endereço, o seu fala por você — e é o seu que atravessa uma troca de sala, de cidade ou de sociedade.
Nutrição tem o assunto mais fotogênico da saúde, e é aí que o canal engana. Prato montado, tigela colorida, receita em vídeo curto: circula bem, custa caro de produzir e não diz nada sobre o seu critério, porque qualquer pessoa publica a mesma imagem.
O que compete com você não é gente, é um formato. Informação solta, sem ninguém que responda por ela, com prazo curto e número grande — ela chega antes da sua e chega mais bonita. Contra isso não se ganha subindo o tom. Ganha-se sendo o único lugar em que aquela mesma pergunta recebe uma resposta que aceita dizer "depende", e explica de quê. Quem já rodou o feed inteiro atrás de uma certeza reconhece essa diferença na primeira linha.
É também o que torna o perfil sustentável. Um mês de conteúdo preso a sessão de fotos não chega ao terceiro mês; um mês que se apoia no que você já sabe, chega. Aqui a produção não depende de você ter cozinhado no fim de semana nem de gravar vídeo: a arte e a legenda chegam prontas, você aprova pelo celular e publica.
E a procura por nutrição vem em ondas — começo de ano, virada de estação, um exame que veio diferente, um pedido de outro profissional. Ninguém marca no dia em que vê um post: a pessoa passa, registra sem perceber que registrou e volta semanas depois, quando a própria vida empurra. O perfil que está ali nesse dia é o que vinha publicando desde antes, e é essa parte que a gente assume: três publicações por semana, mês após mês, na sua identidade visual e com o seu aceite antes de cada uma. É o ritmo que uma agenda cheia consegue manter por um ano inteiro, e não o esforço de uma semana boa.
Não. É a peça mais pedida da nutrição e a que tratamos com mais cuidado: o que aconteceu com um corpo não se repete no outro, e a imagem que sugere que sim promete o que ninguém pode garantir. Número de balança, medida e meta de perda também ficam fora. Na dúvida sobre o seu caso, confirme com o seu CRN regional — a nossa posição segue sendo não fazer.
Cardápio pronto não sai em post, porque conduta é individual: o que serve a uma pessoa pode não servir à seguinte, e o post não sabe quem está lendo. O que publicamos explica, situa e tira dúvida — e leva à consulta, que é onde a prescrição acontece. Receita simples entra como conteúdo, nunca como orientação para um caso.
Pelo que ele não faz. Um perfil que não promete número, não mostra corpo comparado e não prescreve em post já não se parece com o resto da tela — e é isso que a pessoa percebe primeiro. O resto vem do recorte: nutrição esportiva, clínica, materno-infantil e oncológica são assuntos inteiros que quase ninguém ocupa, e cada um tem quem procure exatamente por ele.
Não, e é uma boa notícia: perfil de nutrição que depende de sessão de fotos e de gravação não chega ao terceiro mês. Produzimos posts e carrosséis com a sua identidade visual, e o que sustenta o perfil é a explicação curta que muda o jeito de alguém entender uma escolha que já faz todo dia. Se você gostar de gravar, o vídeo entra por cima do que já está de pé — nunca no lugar dele.
É a nossa forma de mostrar o serviço em vez de descrever — e esse período não é cobrado. A conversa começa no WhatsApp: perguntamos sobre a sua área, o seu jeito de atender, o seu @ e as fotos que você já tiver. Com isso a produção monta catorze dias de conteúdo com a sua identidade visual e dentro das normas do seu conselho, e entrega tudo pronto — arte, texto e legenda, post por post. Não pedimos contrato nem cartão: se não fizer sentido para você, não há passo seguinte.
Não. Médicos e dentistas são a maior parte de quem está conosco, mas o serviço é o mesmo para psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas, fonoaudiólogos e outras profissões da saúde. O que muda de uma para outra é o assunto — que sai da sua área — e o conselho que rege a sua publicidade. A estrutura de trabalho é a mesma.
Não — e ninguém sério garante. O que garantimos é presença profissional e constante no seu Instagram. Presença constrói lembrança, e lembrança vira procura. O atendimento continua sendo o seu talento.
Esse é o ponto de partida, não um detalhe. Trabalhamos com a régua mais conservadora da publicidade em saúde, e ela vale para todo mundo: nada de promessa de resultado, antes e depois, depoimento de paciente ou preço em post — o conteúdo é educativo, de serviço e de autoridade. Vale para o CFM, para o CFO e para os conselhos das outras profissões da saúde. E você aprova cada post antes de ir ao ar, porque quem responde perante o conselho é você.
Não é obrigatório. Trabalhamos com o que você tiver: fotos do seu espaço de atendimento, fotos suas, ou um banco de imagens profissional. Quanto mais material seu, mais pessoal fica o perfil — mas começamos com o que existe.
Nenhum — é o ponto de partida de quase todo mundo. O perfil não precisa de histórico para começar: a identidade visual arruma a casa logo na primeira semana, e a constância faz o resto, post a post. Quem abrir o seu perfil daqui a um mês encontra um profissional presente — e essa primeira impressão não depende do número de seguidores.
Você recebe tudo pronto e aprova pelo celular. A publicação pode ficar com você ou conosco, conforme combinado no onboarding.
Principalmente. O perfil é seu, e a marca construída continua com você ao longo da carreira — onde quer que você atenda, inclusive online. Profissional lembrado é profissional procurado, inclusive dentro da clínica.
O onboarding leva poucos dias. Na primeira semana seu perfil já está publicando com a nova identidade.
Compromisso, só se você quiser. No plano anual são R$ 4.798,80 no cartão, numa cobrança só, valendo doze meses — o equivalente a R$ 399,90 por mês. É uma assinatura: daqui a um ano a Stripe cobra de novo sozinha, no mesmo valor. Cancelando, o acesso vai até o fim do ano que você pagou. Preferindo não se comprometer, o mês avulso é R$ 699,90 e você cancela quando quiser.
Ficou uma pergunta que não está aqui? Pergunta no WhatsApp — a resposta vem em horário comercial.
Investimento
Sem taxa de setup e sem surpresa no boleto. Você não precisa escolher entre atender bem e aparecer bem — a parte de aparecer é com o Be Visible Instagram.
Contratando o ano, o mês sai 43% mais barato: R$ 4.798,80 numa cobrança só, e a renovação é automática.
Plano anual
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Antes de decidir
Manda o seu @ pra gente: a gente entende o seu trabalho e monta catorze dias de conteúdo com a sua cara — arte e legenda prontas, antes de qualquer decisão.
Falar no WhatsAppResposta em horário comercial. Ninguém liga sem avisar.
lembrado antes da próxima consulta
Captação
Você passou meses se especializando, comprou o equipamento, abriu a agenda — e o anúncio de estreia rendeu três curtidas. O problema quase nunca é alcance: é que o anúncio fala do serviço, e quem decide ainda não sabe que tem o problema que ele resolve.
Negócio
Seguidor, curtida e visualização são os números mais visíveis e os que menos explicam. As quatro medidas que dizem se um perfil de saúde está funcionando, onde encontrá-las, de quanto em quanto tempo olhar e por que quase nenhuma decisão deve ser tomada numa semana.
Negócio
É a ficha que aparece no mapa e ao lado da busca quando alguém procura a sua especialidade na sua cidade — e ela é gratuita, quase sempre está incompleta e decide mais visitas do que o site. Como criar, verificar, preencher e manter, e o cuidado que a saúde exige com avaliações.