Conteúdo para médicos
Procurar um psiquiatra é a consulta que mais se adia, e quem adia lê o perfil inteiro antes de escrever. Marketing para psiquiatras no Instagram: doze publicações por mês, sem dramatizar sofrimento e sem falar de paciente.
Duas da manhã. A pessoa está deitada no escuro, com o celular na mão, e digita no buscador uma coisa que ainda não disse em voz alta para ninguém.
Ela abre um perfil. Lê a bio, volta, procura as publicações de um ano atrás, lê os comentários. Sai sem seguir, sem curtir, sem escrever. Volta na semana seguinte. E na outra.
Entre essa madrugada e a primeira mensagem costuma passar meio ano. O perfil não existe para encurtar esse tempo na marra. Existe para que a leitura tenha o que ler.
✦ Compare antes de decidir
As alturas ao lado são proporcionais aos preços. A diferença por mês é essa mesmo.
Agência de marketing
Be Visible Instagram
R$ 1.200 a menos, todo mês
O que o mês publica
12 posts prontos por mês — 3 por semana, você só aprova.
Na maior parte da medicina a conferência dura um minuto: alguém ouviu o seu nome, abre o perfil, conclui que você é real e escreve. Para a medicina em geral, é esse minuto que decide.
Aqui o comportamento é outro. Quem chega rola até o fim, abre publicação antiga, lê os comentários que você respondeu e, principalmente, o modo como respondeu. Competência ela supõe pelo registro no conselho. O que está tentando descobrir é uma coisa que currículo nenhum responde: se aquela sala é um lugar onde dá para dizer em voz alta o que ela ainda não disse, sem sair de lá menor do que entrou.
Doze meses de conteúdo cuidadoso respondem essa pergunta sem nunca precisar formulá-la. Três publicações em janeiro e mais nada, não — e não por serem poucas, mas porque não sobra acervo para ninguém percorrer.
Boa parte de quem percorre, aliás, está longe de propósito. A teleconsulta reorganizou a especialidade, e a busca registra o tamanho disso: "psiquiatra online" tem cerca de 5.400 procuras por mês no Brasil, quase dez vezes o volume de "psiquiatra perto de mim", que fica na casa das 590. Nem tudo aí é conveniência de horário. Escolher alguém a seiscentos quilômetros é também uma forma de não esbarrar com um conhecido na sala de espera — e essa razão nunca aparece escrita na primeira mensagem.
✦ O que a presença constrói
Clínica, sala dividida, convênio, plantão, atendimento online — onde você atende pode mudar várias vezes ao longo da carreira. Sua marca vai junto. O Be Visible Instagram trabalha a sua marca todos os meses — um perfil que constrói lembrança enquanto você atende.
Perfil que só se anuncia vira panfleto — e panfleto ninguém segue. Seu conteúdo alterna quatro frentes que constroem um nome:
Posts de serviços com direção de arte — informação e convite, nunca promessa.
Conteúdo que mostra o seu método e o seu cuidado — o que faz alguém escolher você.
Mito e verdade, prevenção, quando procurar ajuda — em linguagem simples.
Identidade visual consistente que faz seu nome ser reconhecido no feed.
Quem posterga costuma postergar pela mesma coisa, e as frases se repetem tanto que quem atende as reconhece de longe: vou ficar dependente, vou virar outra pessoa, vou ter que tomar isso para o resto da vida, vou ficar apagado, meu tio tomou e nunca mais foi o mesmo.
Enquanto ninguém responde, o medo responde sozinho, e a resposta dele é adiar mais um semestre.
Daí o conteúdo mais útil que este perfil pode ter: o que a consulta faz antes de existir qualquer receita. Como é a primeira conversa e quanto tempo ela costuma levar. Por que se pergunta sobre sono, apetite, álcool, história da família, o que já foi tentado antes e com que resultado. O que uma avaliação examina, e por que ela não termina em rótulo no mesmo dia. A diferença entre uma queixa e um diagnóstico. Para que serve o retorno, e por que ele é parte do acompanhamento e não uma formalidade de agenda.
Nada disso é caso clínico, nada disso antecipa melhora de ninguém e nada disso pede vídeo. É explicação de ofício, escrita para ser lida sozinha, de madrugada, sem ninguém por perto a quem perguntar.
E é peça que quase não recebe curtida. Ninguém curte publicação sobre antidepressivo: salvam, releem, mandam no privado para alguém da família. É assim que este perfil circula, e é por isso que o número embaixo da publicação conta pouco por aqui — o que conta é ter estado no ar quando alguém foi procurar.
✦ Antes de decidir
A gente conhece o seu trabalho, monta catorze dias de conteúdo com a sua cara e entrega tudo pronto — arte, texto e legenda. Esse período não é cobrado: você vê o que a gente faz antes de decidir qualquer coisa.
No WhatsApp: a sua área, o seu jeito de atender, o seu @ e as fotos que você já tiver.
Catorze dias de conteúdo com a sua identidade visual, dentro das normas do seu conselho.
Arte e legenda, post por post, prontos para publicar. O que fazer com eles é decisão sua.
✦ Quem já usa
O que mudou para eles não foi o número de seguidores. Foi a segunda-feira de manhã.
Eu adiava o post da semana desde sempre. Hoje o mês chega pronto e eu só aprovo.
Na primeira semana eu conferia post por post com a resolução do CFM aberta. Faz tempo que não abro.
Perguntei logo se eu ia ter que gravar vídeo. Não gravei nenhum, e o perfil continua parecendo meu.
Meu último post era de outubro do ano passado. Agora tem coisa nova lá toda semana, e eu não passo do "aprovar".
Aprovo o mês inteiro esperando o primeiro paciente chegar.
A agência de antes chamava o meu trabalho de massagem. Aqui eu não precisei explicar o que é RPG.
Eu sentava com o celular sem saber o que dizer. Agora os assuntos já vêm escolhidos — são as perguntas que os pais me fazem.
Entrei pelos 14 dias só para ver no que dava. Assinei o ano antes de eles acabarem.
Está entre as perguntas mais digitadas do país, e quem digita não é desinformado — a divisão não é evidente de fora. As duas profissões trabalham o mesmo sofrimento por caminhos diferentes, e a distinção mais concreta, que é quase sempre a procurada, é que o psiquiatra é médico, e prescrever é ato médico.
Responder isso bem é serviço público, e tem uma condição: não pode servir para pôr uma coisa acima da outra. Não é escolha excludente, e é comum que as duas convivam no mesmo período da vida de alguém — a mesma dúvida contada do lado da psicoterapia chega, com outras palavras, ao mesmo lugar.
Um perfil que explica essa fronteira sem disputa acaba lido também por quem não vai ser atendido: colega que quer saber quando faz sentido encaminhar, clínico geral, professor de escola, a irmã de alguém que está adoecido e não sabe o que dizer em casa. É gente que não estava na conta e que lê pelo mesmo motivo de todo mundo — para entender o que fazer com uma situação concreta.
Existe um jeito de fazer conteúdo de saúde mental que usa o sofrimento como isca: estatística de tragédia na primeira linha, diagnóstico servido como identidade, história pesada contada para segurar a rolagem, lista de cinco sinais de que você tem alguma coisa. Isso não sai daqui. Espetáculo não enfrenta estigma; alimenta. E autodiagnóstico embalado como serviço faz o oposto do que a especialidade faz — fecha em trinta segundos o que uma avaliação leva consultas para abrir.
Assunto pesado, esse sim, entra. Ansiedade, depressão, luto, insônia, uso de álcool, sobrecarga, medo de recaída: é o assunto da área, e fugir dele por receio de tom é entregar o campo para quem vai tratá-lo mal. O que muda é o enquadramento — descrever em vez de dramatizar, explicar em vez de alarmar, nunca usar a dor de ninguém como chamariz. Quando a ideia é boa e o jeito de contar não serve, o caminho é trocar o enquadramento, não o tema.
A lista do que não se produz é curta e vale para o estúdio inteiro: previsão de melhora, caso de paciente — nem sem nome, nem autorizado —, depoimento, antes e depois, valor dentro da arte. Nenhuma peça existe em público antes de você dizer que sim — a conta é sua, e quem assina o que ela publica também. O que vale para o seu caso se confere no CRM do seu estado, e a norma da publicidade médica, lida do começo ao fim está destrinchada no blog.
Doze peças no mês, três por semana, prontas de arte e de texto. Entre um atendimento e o seguinte você abre no celular, lê, pede o ajuste que quiser e libera; o dedo que aperta publicar continua sendo o seu, na sua conta. Sobre dinheiro, que é a conversa que costuma vir logo depois da primeira mensagem, como falar de atendimento particular sem afastar quem ainda está decidindo.
Esse é o contorno do trabalho. O dia a dia da conta corre por fora dele — a quem cada peça do mês se dirige, o que se fotografa numa sala que não tem instrumento nenhum, e o que se responde a quem manda mensagem pedindo uma segunda opinião. Fica em o perfil de um consultório de psiquiatria por dentro.
Do tratamento, sim; do remédio, não. Nada de nome de medicamento, dose ou comparação entre um e outro — isso é conversa de consulta, e um post não tem como saber com quem está falando. O que publicamos é o entorno: como funciona o acompanhamento, por que a dose se ajusta com o tempo, o que perguntar na consulta. Assunto específico, confirme com o seu CRM regional.
Provavelmente sim, e essa é a particularidade da sua especialidade. Curtir um post de psiquiatria é dizer em público que o assunto interessa, e quase ninguém faz isso: a pessoa lê, sai sem deixar rastro e volta semanas depois. O sinal que conta aqui não é o número embaixo do post — é a mensagem que chega meses adiante dizendo que acompanha você faz tempo.
O perfil não é canal de urgência, e isso fica dito onde a pessoa vê: na bio e no post fixado, com o caminho para marcar consulta e a orientação de procurar atendimento de emergência quando for o caso. Ninguém é avaliado por mensagem. Deixar a regra visível desde o começo evita a situação, em vez de administrá-la depois.
É a nossa forma de mostrar o serviço em vez de descrever — e esse período não é cobrado. A conversa começa no WhatsApp: perguntamos sobre a sua área, o seu jeito de atender, o seu @ e as fotos que você já tiver. Com isso a produção monta catorze dias de conteúdo com a sua identidade visual e dentro das normas do seu conselho, e entrega tudo pronto — arte, texto e legenda, post por post. Não pedimos contrato nem cartão: se não fizer sentido para você, não há passo seguinte.
Não. Médicos e dentistas são a maior parte de quem está conosco, mas o serviço é o mesmo para psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas, fonoaudiólogos e outras profissões da saúde. O que muda de uma para outra é o assunto — que sai da sua área — e o conselho que rege a sua publicidade. A estrutura de trabalho é a mesma.
Não — e ninguém sério garante. O que garantimos é presença profissional e constante no seu Instagram. Presença constrói lembrança, e lembrança vira procura. O atendimento continua sendo o seu talento.
Esse é o ponto de partida, não um detalhe. Trabalhamos com a régua mais conservadora da publicidade em saúde, e ela vale para todo mundo: nada de promessa de resultado, antes e depois, depoimento de paciente ou preço em post — o conteúdo é educativo, de serviço e de autoridade. Vale para o CFM, para o CFO e para os conselhos das outras profissões da saúde. E você aprova cada post antes de ir ao ar, porque quem responde perante o conselho é você.
Não é obrigatório. Trabalhamos com o que você tiver: fotos do seu espaço de atendimento, fotos suas, ou um banco de imagens profissional. Quanto mais material seu, mais pessoal fica o perfil — mas começamos com o que existe.
Nenhum — é o ponto de partida de quase todo mundo. O perfil não precisa de histórico para começar: a identidade visual arruma a casa logo na primeira semana, e a constância faz o resto, post a post. Quem abrir o seu perfil daqui a um mês encontra um profissional presente — e essa primeira impressão não depende do número de seguidores.
Você recebe tudo pronto e aprova pelo celular. A publicação pode ficar com você ou conosco, conforme combinado no onboarding.
Principalmente. O perfil é seu, e a marca construída continua com você ao longo da carreira — onde quer que você atenda, inclusive online. Profissional lembrado é profissional procurado, inclusive dentro da clínica.
O onboarding leva poucos dias. Na primeira semana seu perfil já está publicando com a nova identidade.
Compromisso, só se você quiser. No plano anual são R$ 4.798,80 no cartão, numa cobrança só, valendo doze meses — o equivalente a R$ 399,90 por mês. É uma assinatura: daqui a um ano a Stripe cobra de novo sozinha, no mesmo valor. Cancelando, o acesso vai até o fim do ano que você pagou. Preferindo não se comprometer, o mês avulso é R$ 699,90 e você cancela quando quiser.
Ficou uma pergunta que não está aqui? Pergunta no WhatsApp — a resposta vem em horário comercial.
Investimento
Sem taxa de setup e sem surpresa no boleto. Você não precisa escolher entre atender bem e aparecer bem — a parte de aparecer é com o Be Visible Instagram.
Contratando o ano, o mês sai 43% mais barato: R$ 4.798,80 numa cobrança só, e a renovação é automática.
Plano anual
R$399,90/mês
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Quero começarResposta no WhatsApp, em horário comercial
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R$ 699,90/mês avulso,
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Antes de decidir
Manda o seu @ pra gente: a gente entende o seu trabalho e monta catorze dias de conteúdo com a sua cara — arte e legenda prontas, antes de qualquer decisão.
Falar no WhatsAppResposta em horário comercial. Ninguém liga sem avisar.
lembrado antes da próxima consulta
Conselhos
A norma que rege o Instagram do médico foi reescrita em 2023 e vale desde março de 2024. Selfie liberada, valor de consulta liberado, antes e depois autorizado sob condições duras — e o repost do elogio do paciente virando publicação sua.
Captação
Você passou meses se especializando, comprou o equipamento, abriu a agenda — e o anúncio de estreia rendeu três curtidas. O problema quase nunca é alcance: é que o anúncio fala do serviço, e quem decide ainda não sabe que tem o problema que ele resolve.
Negócio
Seguidor, curtida e visualização são os números mais visíveis e os que menos explicam. As quatro medidas que dizem se um perfil de saúde está funcionando, onde encontrá-las, de quanto em quanto tempo olhar e por que quase nenhuma decisão deve ser tomada numa semana.