Conteúdo para psicólogos
Sem caso clínico, sem depoimento e sem prometer melhora — e ainda sobra o que a pessoa quer saber antes de marcar. Marketing para psicólogos no Instagram: três publicações por semana com a sua cara, sem você aparecer.
Escolher um psicólogo não se parece com escolher nenhum outro profissional de saúde. Ninguém junta três nomes para comparar formação. A pessoa abre um perfil, lê algumas legendas e tenta responder sozinha uma pergunta que nem chega a formular direito: eu conseguiria dizer isso em voz alta para essa pessoa aqui?
Currículo não responde. Quem responde é o jeito de escrever, o que você acha que merece ser explicado com calma, o cuidado com que você trata assunto difícil.
E esse perfil se constrói com quase todas as portas fechadas: sem caso clínico, sem depoimento, sem prometer melhora. Esta página é sobre o que continua aberto, que é bem mais do que parece de fora.
✦ Compare antes de decidir
As alturas ao lado são proporcionais aos preços. A diferença por mês é essa mesmo.
Agência de marketing
Be Visible Instagram
R$ 1.200 a menos, todo mês
O que o mês publica
12 posts prontos por mês — 3 por semana, você só aprova.
A régua de divulgação da psicologia é a mais estreita da saúde, e a conta que quase todo mundo faz é a mesma: tirando caso, promessa e depoimento, sobra o quê?
Sobra quase tudo o que alguém quer saber antes de marcar a primeira sessão — e que essa pessoa não pergunta a ninguém. Como funciona uma sessão: quanto tempo dura, de quanto em quanto tempo acontece, o que se faz com o silêncio, se precisa levar alguma coisa. O que é a primeira consulta e o que ela não é: não é teste, não termina em laudo, e ninguém fica obrigado a continuar com quem não serviu. O que a terapia não resolve, dito sem rodeio. O que costuma fazer alguém adiar por anos e o que costuma fazer marcar enfim. E a diferença entre o que uma consulta de psiquiatria trata e o que se trabalha em sessão, que é a dúvida mais repetida da área — ela tem o mesmo assunto visto pelo lado do medicamento.
Nada disso expõe ninguém. É informação sobre o ofício, e é ao mesmo tempo a mais procurada e a menos publicada.
Já as portas fechadas vale dizer quais são, porque é a parte que costuma preocupar. Caso de paciente não entra: nem sem nome, nem com autorização — conteúdo apoiado em caso vive a um detalhe de identificar alguém, e sigilo não tem versão resumida. Depoimento não entra, pelo mesmo motivo. Previsão de resultado não entra, nem a explícita ("supere a ansiedade") nem a implícita, que é a que mais escapa. Valor de sessão não entra na arte. A régua da casa é conservadora de propósito e vale para todas as áreas que atendemos; o texto da norma da sua está em o que o Conselho Federal de Psicologia escreveu sobre divulgação, e o caso concreto se confere no seu CRP regional. Cada peça passa por você antes de existir em público, porque quem assina o perfil perante o conselho é você.
✦ O que a presença constrói
Clínica, sala dividida, convênio, plantão, atendimento online — onde você atende pode mudar várias vezes ao longo da carreira. Sua marca vai junto. O Be Visible Instagram trabalha a sua marca todos os meses — um perfil que constrói lembrança enquanto você atende.
Perfil que só se anuncia vira panfleto — e panfleto ninguém segue. Seu conteúdo alterna quatro frentes que constroem um nome:
Posts de serviços com direção de arte — informação e convite, nunca promessa.
Conteúdo que mostra o seu método e o seu cuidado — o que faz alguém escolher você.
Mito e verdade, prevenção, quando procurar ajuda — em linguagem simples.
Identidade visual consistente que faz seu nome ser reconhecido no feed.
Praticamente ninguém escolhe terapia comparando abordagem. A maioria não sabe que existe mais de uma; quem sabe, sabe a sigla e mais nada. TCC, psicanálise, gestalt, ACT, terapia sistêmica, EMDR — tudo isso aparece em milhares de bios como um enigma de quatro letras, sem tradução.
Traduzir é conteúdo, e é conteúdo que só quem é da área faz direito. Não a origem teórica, que interessa a colega: o que muda na prática de uma para a outra. Com que frequência se encontra, quanto o profissional fala, se existe alguma coisa combinada entre uma sessão e outra, em quanto tempo a pessoa costuma sentir que aquilo foi para algum lugar. Quem entende isso antes chega à primeira sessão sabendo o que está começando — e chega no profissional certo, que também poupa o seu tempo.
O mesmo vale para o vocabulário que anda solto por aí: gatilho, ansiedade como sinônimo de nervoso, trauma como sinônimo de dia ruim, diagnóstico fechado num vídeo de trinta segundos. Recolocar cada palavra no lugar, sem ironizar quem usou errado, é das coisas mais úteis que um perfil de psicologia faz. E não custa um caso clínico sequer.
✦ Antes de decidir
A gente conhece o seu trabalho, monta catorze dias de conteúdo com a sua cara e entrega tudo pronto — arte, texto e legenda. Esse período não é cobrado: você vê o que a gente faz antes de decidir qualquer coisa.
No WhatsApp: a sua área, o seu jeito de atender, o seu @ e as fotos que você já tiver.
Catorze dias de conteúdo com a sua identidade visual, dentro das normas do seu conselho.
Arte e legenda, post por post, prontos para publicar. O que fazer com eles é decisão sua.
✦ Quem já usa
O que mudou para eles não foi o número de seguidores. Foi a segunda-feira de manhã.
Eu adiava o post da semana desde sempre. Hoje o mês chega pronto e eu só aprovo.
Na primeira semana eu conferia post por post com a resolução do CFM aberta. Faz tempo que não abro.
Perguntei logo se eu ia ter que gravar vídeo. Não gravei nenhum, e o perfil continua parecendo meu.
Meu último post era de outubro do ano passado. Agora tem coisa nova lá toda semana, e eu não passo do "aprovar".
Aprovo o mês inteiro esperando o primeiro paciente chegar.
A agência de antes chamava o meu trabalho de massagem. Aqui eu não precisei explicar o que é RPG.
Eu sentava com o celular sem saber o que dizer. Agora os assuntos já vêm escolhidos — são as perguntas que os pais me fazem.
Entrei pelos 14 dias só para ver no que dava. Assinei o ano antes de eles acabarem.
Muita gente da psicologia não quer aparecer, e a razão costuma ser profissional antes de ser timidez: o enquadramento do trabalho pede alguma reserva, e a própria vida em exposição para quem está em atendimento mexe com o processo. Não querer aparecer não impede o perfil de existir.
O material chega pronto, arte e legenda. Escrito e desenhado servem bem a um assunto que ninguém quer ver tocando alto dentro de um ônibus: a pessoa lê no próprio ritmo, volta, guarda para depois. Uma foto sua na bio, boa e recente, costuma bastar para o perfil não ficar anônimo; o resto se sustenta com tipografia, cor e as palavras certas. Formato por formato, o detalhe está em o que se publica quando o rosto fica fora do quadro.
A sua parte é abrir no celular e aprovar, entre uma sessão e outra. A conta continua sua, a publicação sai com o seu aceite, e nenhuma peça precisa de você diante de uma câmera.
Essa produção vira doze publicações por mês, e antes de ser uma pergunta de conteúdo ela é de operação: como o mês se reparte entre o ofício, o seu recorte e quem indica você, o que dá para fotografar numa sala onde nada do trabalho pode ser fotografado, e quem responde o direct que os posts geram. Está em o Instagram de um consultório de psicologia, do lado de dentro.
O atendimento por vídeo tirou a distância da conta. Quem atende online é procurado por gente de uma cidade onde não há psicólogo com aquela formação, por brasileiro que mora fora e quer falar na própria língua, por quem trabalha em escala e só tem horário no meio da tarde de uma terça.
Isso muda o que a pessoa quer saber antes de marcar, e portanto muda o assunto do mês: funciona igual pela tela? preciso de um cômodo onde ninguém escute? e se a internet cair no meio? dá para fazer do carro, na hora do almoço? Cada uma dessas perguntas é uma peça, e nenhuma delas fala de paciente nenhum.
Muda também a conta do consultório. Sala fixa, hora avulsa em espaço compartilhado, atendimento só remoto, e as combinações entre os três, dão despesas bem diferentes — os três formatos, o que cada um exige e a conta dos primeiros meses estão em detalhe no blog. Quem está começando por aí tem uma vantagem de tempo que não se recupera depois: o perfil pode existir antes da sala.
A indicação, que é a maior porta de entrada da psicologia, não some nesse arranjo — ela muda de forma. Um psiquiatra sugere terapia, uma escola sugere avaliação, uma amiga passa o @: o que chega até a pessoa é sempre um nome que ela vai procurar antes de escrever, quase sempre no celular, quase sempre naquela mesma noite. O perfil é a etapa dessa cadeia que continua sendo sua, e é por isso que a indicação sozinha não sustenta uma agenda. As plataformas de terapia entram na mesma conta: o que elas resolvem e o que continua dependendo do seu canal está separado item por item.
Não, e nem pedimos. O sigilo é a base da profissão, e conteúdo de psicologia que se apoia em caso — mesmo sem nome, mesmo com autorização — vive sempre a um detalhe de identificar alguém. O que publicamos fala do processo, não de quem passou por ele: como funciona uma primeira sessão, o que é e o que não é da sua abordagem, o que a terapia não promete. Na dúvida sobre um assunto específico, confirme com o seu CRP regional.
Sobra quase tudo. A pessoa que procura terapia não está atrás de promessa — está tentando entender se você é alguém com quem dá para falar. Conteúdo que explica, que mostra a sua forma de trabalhar e que responde a dúvida de quem nunca fez terapia constrói exatamente essa confiança. É o oposto de prometer resultado, e converte melhor.
Faz a seu favor. Sem consultório físico, o perfil é o endereço — é o único lugar onde alguém consegue formar uma impressão sua antes de mandar a primeira mensagem. E o alcance deixa de ser o bairro.
É quase o contrário: quanto menor a operação, mais o perfil pesa, porque ele é o único lugar onde alguém pode formar uma impressão sua antes de marcar. Clínica grande tem estrutura, endereço visível e mais de uma pessoa indicando; quem atende sozinho depende da indicação de quem já foi — e a indicação morre no ponto em que a pessoa vai conferir você e não encontra nada. O que muda com o tamanho não é a necessidade, é o escopo: um consultório de uma pessoa não precisa de campanha, de site nem de verba de anúncio para começar. Precisa de um perfil que não pare, que é a parte mais barata e a mais adiada.
Não precisa. Aparecer ajuda, porque a pessoa está tentando descobrir se conseguiria falar com você — mas uma foto sua bem feita e um ano de conteúdo que mostra como você pensa fazem esse trabalho sem câmera nenhuma. Vídeo é um formato entre outros, e é o que mais gente da psicologia não quer fazer; nada aqui depende dele.
É a nossa forma de mostrar o serviço em vez de descrever — e esse período não é cobrado. A conversa começa no WhatsApp: perguntamos sobre a sua área, o seu jeito de atender, o seu @ e as fotos que você já tiver. Com isso a produção monta catorze dias de conteúdo com a sua identidade visual e dentro das normas do seu conselho, e entrega tudo pronto — arte, texto e legenda, post por post. Não pedimos contrato nem cartão: se não fizer sentido para você, não há passo seguinte.
Não. Médicos e dentistas são a maior parte de quem está conosco, mas o serviço é o mesmo para psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas, fonoaudiólogos e outras profissões da saúde. O que muda de uma para outra é o assunto — que sai da sua área — e o conselho que rege a sua publicidade. A estrutura de trabalho é a mesma.
Não — e ninguém sério garante. O que garantimos é presença profissional e constante no seu Instagram. Presença constrói lembrança, e lembrança vira procura. O atendimento continua sendo o seu talento.
Esse é o ponto de partida, não um detalhe. Trabalhamos com a régua mais conservadora da publicidade em saúde, e ela vale para todo mundo: nada de promessa de resultado, antes e depois, depoimento de paciente ou preço em post — o conteúdo é educativo, de serviço e de autoridade. Vale para o CFM, para o CFO e para os conselhos das outras profissões da saúde. E você aprova cada post antes de ir ao ar, porque quem responde perante o conselho é você.
Não é obrigatório. Trabalhamos com o que você tiver: fotos do seu espaço de atendimento, fotos suas, ou um banco de imagens profissional. Quanto mais material seu, mais pessoal fica o perfil — mas começamos com o que existe.
Nenhum — é o ponto de partida de quase todo mundo. O perfil não precisa de histórico para começar: a identidade visual arruma a casa logo na primeira semana, e a constância faz o resto, post a post. Quem abrir o seu perfil daqui a um mês encontra um profissional presente — e essa primeira impressão não depende do número de seguidores.
Você recebe tudo pronto e aprova pelo celular. A publicação pode ficar com você ou conosco, conforme combinado no onboarding.
Principalmente. O perfil é seu, e a marca construída continua com você ao longo da carreira — onde quer que você atenda, inclusive online. Profissional lembrado é profissional procurado, inclusive dentro da clínica.
O onboarding leva poucos dias. Na primeira semana seu perfil já está publicando com a nova identidade.
Compromisso, só se você quiser. No plano anual são R$ 4.798,80 no cartão, numa cobrança só, valendo doze meses — o equivalente a R$ 399,90 por mês. É uma assinatura: daqui a um ano a Stripe cobra de novo sozinha, no mesmo valor. Cancelando, o acesso vai até o fim do ano que você pagou. Preferindo não se comprometer, o mês avulso é R$ 699,90 e você cancela quando quiser.
Ficou uma pergunta que não está aqui? Pergunta no WhatsApp — a resposta vem em horário comercial.
Investimento
Sem taxa de setup e sem surpresa no boleto. Você não precisa escolher entre atender bem e aparecer bem — a parte de aparecer é com o Be Visible Instagram.
Contratando o ano, o mês sai 43% mais barato: R$ 4.798,80 numa cobrança só, e a renovação é automática.
Plano anual
R$399,90/mês
R$ 4.798,80 por ano, numa cobrança só · renova sozinho
Quero começarResposta no WhatsApp, em horário comercial
Prefere não se comprometer?
R$ 699,90/mês avulso,
cancela quando quiser.
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Antes de decidir
Manda o seu @ pra gente: a gente entende o seu trabalho e monta catorze dias de conteúdo com a sua cara — arte e legenda prontas, antes de qualquer decisão.
Falar no WhatsAppResposta em horário comercial. Ninguém liga sem avisar.
lembrado antes da próxima consulta
Captação
A demanda por terapia nunca foi tão grande, e mesmo assim a agenda demora a encher. O que muda na captação de pacientes em psicologia, o que as plataformas resolvem e o que só o seu canal resolve.
Conselhos
Divulgar o próprio trabalho é direito, e a norma do CFP é curta — o art. 20 do Código de Ética cabe em oito linhas. O que ela veda é específico: preço como propaganda, previsão de resultado, caso exposto. E o que sobra dá conteúdo para anos.
Captação
Você passou meses se especializando, comprou o equipamento, abriu a agenda — e o anúncio de estreia rendeu três curtidas. O problema quase nunca é alcance: é que o anúncio fala do serviço, e quem decide ainda não sabe que tem o problema que ele resolve.