Conteúdo para psicólogos

Marketing para psicólogos

Sem caso clínico, sem depoimento e sem prometer melhora — e ainda sobra o que a pessoa quer saber antes de marcar. Marketing para psicólogos no Instagram: três publicações por semana com a sua cara, sem você aparecer.

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Escolha um profissional para ver o feed dele
@dra.juliatavares Odontopediatria · Campinas, SP Odontopediatra. Aqui o dentista conta história antes de contar dente.
@dra.marinacastelo Odontologia estética · São Paulo, SP Sorrisos planejados com calma, etapa por etapa. Consultório nos Jardins.
@leticia.fono Fonoaudiologia infantil · Belo Horizonte, MG Fala, linguagem e alimentação na infância. Terapia com brincadeira e família por perto.
@dra.renatasa.derm Dermatologia · Porto Alegre, RS Dermatologia clínica e preventiva. Exame da pele com método, sem pressa.
@camiladuarte.psi Psicologia clínica · Florianópolis, SC Psicóloga clínica. Atendimento presencial e online, para adultos.
@brunosalles.fisio Fisioterapia esportiva · Rio de Janeiro, RJ Fisioterapeuta esportivo. Do retorno ao treino à prevenção, com carga medida.
@dra.beatrizfontes Ginecologia e obstetrícia · Recife, PE Ginecologia, obstetrícia e pré-natal. Uma consulta para cada fase do corpo.
@dra.ceciliawerneck Geriatria · Salvador, BA Geriatra. Consultas longas, com quem acompanha por perto.
@clinicaaurora Clínica multiprofissional · Goiânia, GO Várias especialidades no mesmo endereço. Recepção de segunda a sábado.
@helenaprado.nutri Nutrição clínica · Brasília, DF Nutricionista clínica. Explico o que o exame e o prato têm a dizer antes de qualquer plano.
  • Medo de dentista? A gente desmonta em três passos.
  • Chupeta tem hora de ir embora. E dá para combinar.
  • Cada dente novo ganha uma olhada de perto.
  • Três trocas na lancheira que os dentes agradecem.
  • Na primeira vez, a gente só brinca de dentista.
  • Aqui a cadeira sobe, desce e vira nave.
  • Dente de leite não precisa de cuidado?
  • Três jeitos de escovar sem virar briga.
  • Caiu o primeiro dente. E agora?
  • Tempo para explicar cada etapa, sem pressa.
  • Dente bonito é, antes de tudo, dente saudável.
  • Cada sorriso pede um plano só dele.
  • O que acontece na primeira consulta.
  • As quatro etapas de uma reabilitação estética.
  • Um sorriso se planeja antes de se desenhar.
  • Faceta é só para quem quer dente branco?
  • O que saber antes de clarear os dentes.
  • Estética que começa pela saúde do sorriso.
  • Os pais participam de toda sessão. Sempre.
  • Chupeta não é vilã. É uma conversa sobre tempo e uso.
  • Cada criança tem o seu tempo. E o seu plano.
  • Três brincadeiras que ajudam a fala no dia a dia.
  • Como é a avaliação de fala e linguagem.
  • Aqui a terapia cabe dentro da brincadeira.
  • Toda criança fala no mesmo ritmo?
  • Três coisas que acontecem na primeira sessão.
  • Três sinais de que a fala pede um olhar.
  • Três princípios que organizam o atendimento aqui.
  • Dia nublado dispensa protetor solar?
  • Uma pinta nova depois dos 30 merece consulta.
  • As três fases do tratamento, e o critério de cada uma.
  • O que acontece numa consulta de dermatologia.
  • Por que a consulta começa pelo mapa da pele inteira.
  • Pele oleosa não precisa de hidratante?
  • Como escolher e como usar, em quatro passos.
  • Três coisas que a dermatoscopia enxerga antes do olho.
  • O que fica dentro da sala, e por que isso importa.
  • Terapia não anda em linha reta. E isso não é sinal de que parou.
  • Nem toda pergunta precisa de resposta na mesma sessão.
  • Três coisas que acontecem quando se interrompe um processo.
  • Como funciona a sessão à distância, passo a passo.
  • Um lugar onde dá para chegar antes de saber o que dizer.
  • Terapia é só para quem está em crise?
  • O que costuma acontecer nas primeiras sessões.
  • Como um processo costuma andar ao longo dos meses.
  • Do consultório à pista, o mesmo critério.
  • Gelo resolve toda dor de treino?
  • Carga é dose. Dose se ajusta.
  • Como a carga sobe sem o joelho reclamar.
  • Como é a primeira avaliação, em quatro passos.
  • Três coisas que a avaliação olha
  • Alongar antes do treino evita lesão?
  • O que acontece numa hora aqui.
  • Voltar não é começar de onde parou.
  • Consulta longa, sem pressa e sem pergunta boba.
  • Climatério não é um dia no calendário. É uma travessia.
  • A consulta também é o lugar de perguntar o que ninguém respondeu.
  • Três cuidados do pós-parto que ninguém explica antes.
  • Cada ultrassom da gestação, e o que cada um olha.
  • Seu corpo muda a vida inteira. A consulta acompanha.
  • Cólica forte é normal e faz parte?
  • Três coisas que o ciclo conta sobre a sua saúde.
  • O que acontece na primeira consulta de pré-natal.
  • Três combinados do consultório com quem chega.
  • Dormir pouco depois dos 70 é normal?
  • Uma consulta que ouve antes de examinar.
  • Três ajustes na casa que evitam queda.
  • Como é a primeira consulta, passo a passo.
  • Quanto tempo dura a consulta?
  • Tomar muito remédio é normal na idade?
  • O que perguntar na consulta.
  • Três coisas para separar antes de vir.
  • Uma casa, várias especialidades.
  • Quando a clínica atende
  • Cinco especialidades, um endereço só.
  • O caminho do exame, do pedido ao resultado.
  • Quem cuida de cada área da clínica.
  • O que a gente atende
  • Clínica grande é atendimento apressado?
  • Da primeira ligação ao plano, em três etapas.
  • As pessoas que você vai encontrar aqui.
  • Três combinados de quem se consulta aqui.
  • Suco natural vale o mesmo que a fruta inteira?
  • Açúcar livre: o limite é 10% da energia do dia.
  • Três coisas que se falam sobre açúcar e não se sustentam.
  • O que acontece numa consulta de nutrição.
  • Por que o Guia Alimentar brasileiro não fala em calorias.
  • Comer à noite engorda mais do que comer de dia?
  • Três coisas que se falam sobre carboidrato e não se sustentam.
  • O que os rótulos dizem, e o que escondem.

Escolher um psicólogo não se parece com escolher nenhum outro profissional de saúde. Ninguém junta três nomes para comparar formação. A pessoa abre um perfil, lê algumas legendas e tenta responder sozinha uma pergunta que nem chega a formular direito: eu conseguiria dizer isso em voz alta para essa pessoa aqui?

Currículo não responde. Quem responde é o jeito de escrever, o que você acha que merece ser explicado com calma, o cuidado com que você trata assunto difícil.

E esse perfil se constrói com quase todas as portas fechadas: sem caso clínico, sem depoimento, sem prometer melhora. Esta página é sobre o que continua aberto, que é bem mais do que parece de fora.

O que está incluído

Compare antes de decidir

Os dois preços, na mesma régua.

As alturas ao lado são proporcionais aos preços. A diferença por mês é essa mesmo.

Começar pelos 14 dias Nada além da mensalidade.
Sem briefing todo mês.

R$ 1.599,90/mês

4× menor

R$ 399,90/mês

Agência de marketing

Be Visible Instagram

R$ 1.200 a menos, todo mês

O que o mês publica

12 posts prontos por mês — 3 por semana, você só aprova.

Ver os planos

O que um psicólogo pode publicar sem falar de paciente

A régua de divulgação da psicologia é a mais estreita da saúde, e a conta que quase todo mundo faz é a mesma: tirando caso, promessa e depoimento, sobra o quê?

Sobra quase tudo o que alguém quer saber antes de marcar a primeira sessão — e que essa pessoa não pergunta a ninguém. Como funciona uma sessão: quanto tempo dura, de quanto em quanto tempo acontece, o que se faz com o silêncio, se precisa levar alguma coisa. O que é a primeira consulta e o que ela não é: não é teste, não termina em laudo, e ninguém fica obrigado a continuar com quem não serviu. O que a terapia não resolve, dito sem rodeio. O que costuma fazer alguém adiar por anos e o que costuma fazer marcar enfim. E a diferença entre o que uma consulta de psiquiatria trata e o que se trabalha em sessão, que é a dúvida mais repetida da área — ela tem o mesmo assunto visto pelo lado do medicamento.

Nada disso expõe ninguém. É informação sobre o ofício, e é ao mesmo tempo a mais procurada e a menos publicada.

Já as portas fechadas vale dizer quais são, porque é a parte que costuma preocupar. Caso de paciente não entra: nem sem nome, nem com autorização — conteúdo apoiado em caso vive a um detalhe de identificar alguém, e sigilo não tem versão resumida. Depoimento não entra, pelo mesmo motivo. Previsão de resultado não entra, nem a explícita ("supere a ansiedade") nem a implícita, que é a que mais escapa. Valor de sessão não entra na arte. A régua da casa é conservadora de propósito e vale para todas as áreas que atendemos; o texto da norma da sua está em o que o Conselho Federal de Psicologia escreveu sobre divulgação, e o caso concreto se confere no seu CRP regional. Cada peça passa por você antes de existir em público, porque quem assina o perfil perante o conselho é você.

O que a presença constrói

O endereço muda. Seu nome fica.

Clínica, sala dividida, convênio, plantão, atendimento online — onde você atende pode mudar várias vezes ao longo da carreira. Sua marca vai junto. O Be Visible Instagram trabalha a sua marca todos os meses — um perfil que constrói lembrança enquanto você atende.

Um perfil que não fala só de consulta.

Perfil que só se anuncia vira panfleto — e panfleto ninguém segue. Seu conteúdo alterna quatro frentes que constroem um nome:

Serviços

O que você oferece, bem apresentado

Posts de serviços com direção de arte — informação e convite, nunca promessa.

Autoridade

Você como referência

Conteúdo que mostra o seu método e o seu cuidado — o que faz alguém escolher você.

Educativo

O que o paciente quer saber

Mito e verdade, prevenção, quando procurar ajuda — em linguagem simples.

Marca pessoal

Um perfil com a sua cara

Identidade visual consistente que faz seu nome ser reconhecido no feed.

A diferença entre as abordagens, dita para quem não é da área

Praticamente ninguém escolhe terapia comparando abordagem. A maioria não sabe que existe mais de uma; quem sabe, sabe a sigla e mais nada. TCC, psicanálise, gestalt, ACT, terapia sistêmica, EMDR — tudo isso aparece em milhares de bios como um enigma de quatro letras, sem tradução.

Traduzir é conteúdo, e é conteúdo que só quem é da área faz direito. Não a origem teórica, que interessa a colega: o que muda na prática de uma para a outra. Com que frequência se encontra, quanto o profissional fala, se existe alguma coisa combinada entre uma sessão e outra, em quanto tempo a pessoa costuma sentir que aquilo foi para algum lugar. Quem entende isso antes chega à primeira sessão sabendo o que está começando — e chega no profissional certo, que também poupa o seu tempo.

O mesmo vale para o vocabulário que anda solto por aí: gatilho, ansiedade como sinônimo de nervoso, trauma como sinônimo de dia ruim, diagnóstico fechado num vídeo de trinta segundos. Recolocar cada palavra no lugar, sem ironizar quem usou errado, é das coisas mais úteis que um perfil de psicologia faz. E não custa um caso clínico sequer.

Antes de decidir

Duas semanas de posts, feitas para você, antes de qualquer contrato.

A gente conhece o seu trabalho, monta catorze dias de conteúdo com a sua cara e entrega tudo pronto — arte, texto e legenda. Esse período não é cobrado: você vê o que a gente faz antes de decidir qualquer coisa.

Começar pelos 14 dias Não pedimos contrato nem cartão. Se não fizer sentido para você, não há passo seguinte.
  1. Uma conversa rápida

    No WhatsApp: a sua área, o seu jeito de atender, o seu @ e as fotos que você já tiver.

  2. A produção monta

    Catorze dias de conteúdo com a sua identidade visual, dentro das normas do seu conselho.

  3. Você recebe pronto

    Arte e legenda, post por post, prontos para publicar. O que fazer com eles é decisão sua.

Quem já usa

A semana deles continua cheia. O perfil também.

O que mudou para eles não foi o número de seguidores. Foi a segunda-feira de manhã.

  • Eu adiava o post da semana desde sempre. Hoje o mês chega pronto e eu só aprovo.
    Dra. AnaVerificado Dentista · Curitiba
  • Na primeira semana eu conferia post por post com a resolução do CFM aberta. Faz tempo que não abro.
    Dr. MarcosVerificado Ortopedista · Belo Horizonte
  • Perguntei logo se eu ia ter que gravar vídeo. Não gravei nenhum, e o perfil continua parecendo meu.
    Dra. CamilaVerificado Psicóloga · Salvador
  • Meu último post era de outubro do ano passado. Agora tem coisa nova lá toda semana, e eu não passo do "aprovar".
    Dr. RafaelVerificado Dermatologista · São Paulo
  • Aprovo o mês inteiro esperando o primeiro paciente chegar.
    Dra. LetíciaVerificado Nutricionista · Florianópolis
  • A agência de antes chamava o meu trabalho de massagem. Aqui eu não precisei explicar o que é RPG.
    Dr. BrunoVerificado Fisioterapeuta · Belém
  • Eu sentava com o celular sem saber o que dizer. Agora os assuntos já vêm escolhidos — são as perguntas que os pais me fazem.
    Dra. JulianaVerificado Pediatra · Goiânia
  • Entrei pelos 14 dias só para ver no que dava. Assinei o ano antes de eles acabarem.
    Dr. EduardoVerificado Fonoaudiólogo · Recife

Um perfil que funciona sem mostrar o rosto e sem gravar vídeo

Muita gente da psicologia não quer aparecer, e a razão costuma ser profissional antes de ser timidez: o enquadramento do trabalho pede alguma reserva, e a própria vida em exposição para quem está em atendimento mexe com o processo. Não querer aparecer não impede o perfil de existir.

O material chega pronto, arte e legenda. Escrito e desenhado servem bem a um assunto que ninguém quer ver tocando alto dentro de um ônibus: a pessoa lê no próprio ritmo, volta, guarda para depois. Uma foto sua na bio, boa e recente, costuma bastar para o perfil não ficar anônimo; o resto se sustenta com tipografia, cor e as palavras certas. Formato por formato, o detalhe está em o que se publica quando o rosto fica fora do quadro.

A sua parte é abrir no celular e aprovar, entre uma sessão e outra. A conta continua sua, a publicação sai com o seu aceite, e nenhuma peça precisa de você diante de uma câmera.

Essa produção vira doze publicações por mês, e antes de ser uma pergunta de conteúdo ela é de operação: como o mês se reparte entre o ofício, o seu recorte e quem indica você, o que dá para fotografar numa sala onde nada do trabalho pode ser fotografado, e quem responde o direct que os posts geram. Está em o Instagram de um consultório de psicologia, do lado de dentro.

Atendimento online: quem procura pode estar em outra cidade

O atendimento por vídeo tirou a distância da conta. Quem atende online é procurado por gente de uma cidade onde não há psicólogo com aquela formação, por brasileiro que mora fora e quer falar na própria língua, por quem trabalha em escala e só tem horário no meio da tarde de uma terça.

Isso muda o que a pessoa quer saber antes de marcar, e portanto muda o assunto do mês: funciona igual pela tela? preciso de um cômodo onde ninguém escute? e se a internet cair no meio? dá para fazer do carro, na hora do almoço? Cada uma dessas perguntas é uma peça, e nenhuma delas fala de paciente nenhum.

Muda também a conta do consultório. Sala fixa, hora avulsa em espaço compartilhado, atendimento só remoto, e as combinações entre os três, dão despesas bem diferentes — os três formatos, o que cada um exige e a conta dos primeiros meses estão em detalhe no blog. Quem está começando por aí tem uma vantagem de tempo que não se recupera depois: o perfil pode existir antes da sala.

A indicação, que é a maior porta de entrada da psicologia, não some nesse arranjo — ela muda de forma. Um psiquiatra sugere terapia, uma escola sugere avaliação, uma amiga passa o @: o que chega até a pessoa é sempre um nome que ela vai procurar antes de escrever, quase sempre no celular, quase sempre naquela mesma noite. O perfil é a etapa dessa cadeia que continua sendo sua, e é por isso que a indicação sozinha não sustenta uma agenda. As plataformas de terapia entram na mesma conta: o que elas resolvem e o que continua dependendo do seu canal está separado item por item.

Perguntas de quem trabalha com psicologia

Posso mostrar casos de pacientes?+

Não, e nem pedimos. O sigilo é a base da profissão, e conteúdo de psicologia que se apoia em caso — mesmo sem nome, mesmo com autorização — vive sempre a um detalhe de identificar alguém. O que publicamos fala do processo, não de quem passou por ele: como funciona uma primeira sessão, o que é e o que não é da sua abordagem, o que a terapia não promete. Na dúvida sobre um assunto específico, confirme com o seu CRP regional.

E se eu não puder prometer nada, o que sobra para publicar?+

Sobra quase tudo. A pessoa que procura terapia não está atrás de promessa — está tentando entender se você é alguém com quem dá para falar. Conteúdo que explica, que mostra a sua forma de trabalhar e que responde a dúvida de quem nunca fez terapia constrói exatamente essa confiança. É o oposto de prometer resultado, e converte melhor.

Atendo só online. Faz diferença?+

Faz a seu favor. Sem consultório físico, o perfil é o endereço — é o único lugar onde alguém consegue formar uma impressão sua antes de mandar a primeira mensagem. E o alcance deixa de ser o bairro.

Vale a pena investir em marketing digital para psicólogo autônomo, ou é coisa de clínica grande?+

É quase o contrário: quanto menor a operação, mais o perfil pesa, porque ele é o único lugar onde alguém pode formar uma impressão sua antes de marcar. Clínica grande tem estrutura, endereço visível e mais de uma pessoa indicando; quem atende sozinho depende da indicação de quem já foi — e a indicação morre no ponto em que a pessoa vai conferir você e não encontra nada. O que muda com o tamanho não é a necessidade, é o escopo: um consultório de uma pessoa não precisa de campanha, de site nem de verba de anúncio para começar. Precisa de um perfil que não pare, que é a parte mais barata e a mais adiada.

Preciso aparecer em vídeo para o Instagram funcionar?+

Não precisa. Aparecer ajuda, porque a pessoa está tentando descobrir se conseguiria falar com você — mas uma foto sua bem feita e um ano de conteúdo que mostra como você pensa fazem esse trabalho sem câmera nenhuma. Vídeo é um formato entre outros, e é o que mais gente da psicologia não quer fazer; nada aqui depende dele.

Como funcionam os primeiros 14 dias?+

É a nossa forma de mostrar o serviço em vez de descrever — e esse período não é cobrado. A conversa começa no WhatsApp: perguntamos sobre a sua área, o seu jeito de atender, o seu @ e as fotos que você já tiver. Com isso a produção monta catorze dias de conteúdo com a sua identidade visual e dentro das normas do seu conselho, e entrega tudo pronto — arte, texto e legenda, post por post. Não pedimos contrato nem cartão: se não fizer sentido para você, não há passo seguinte.

Vocês atendem só médicos e dentistas?+

Não. Médicos e dentistas são a maior parte de quem está conosco, mas o serviço é o mesmo para psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas, fonoaudiólogos e outras profissões da saúde. O que muda de uma para outra é o assunto — que sai da sua área — e o conselho que rege a sua publicidade. A estrutura de trabalho é a mesma.

Vocês garantem que a minha agenda vai encher?+

Não — e ninguém sério garante. O que garantimos é presença profissional e constante no seu Instagram. Presença constrói lembrança, e lembrança vira procura. O atendimento continua sendo o seu talento.

O conteúdo respeita as normas do meu conselho?+

Esse é o ponto de partida, não um detalhe. Trabalhamos com a régua mais conservadora da publicidade em saúde, e ela vale para todo mundo: nada de promessa de resultado, antes e depois, depoimento de paciente ou preço em post — o conteúdo é educativo, de serviço e de autoridade. Vale para o CFM, para o CFO e para os conselhos das outras profissões da saúde. E você aprova cada post antes de ir ao ar, porque quem responde perante o conselho é você.

Eu preciso aparecer nos conteúdos?+

Não é obrigatório. Trabalhamos com o que você tiver: fotos do seu espaço de atendimento, fotos suas, ou um banco de imagens profissional. Quanto mais material seu, mais pessoal fica o perfil — mas começamos com o que existe.

Meu perfil está parado ou tem poucos seguidores. Tem problema?+

Nenhum — é o ponto de partida de quase todo mundo. O perfil não precisa de histórico para começar: a identidade visual arruma a casa logo na primeira semana, e a constância faz o resto, post a post. Quem abrir o seu perfil daqui a um mês encontra um profissional presente — e essa primeira impressão não depende do número de seguidores.

Quem publica os posts?+

Você recebe tudo pronto e aprova pelo celular. A publicação pode ficar com você ou conosco, conforme combinado no onboarding.

Serve para quem atende em clínica, hospital ou consultório dividido?+

Principalmente. O perfil é seu, e a marca construída continua com você ao longo da carreira — onde quer que você atenda, inclusive online. Profissional lembrado é profissional procurado, inclusive dentro da clínica.

Em quanto tempo começo a ver meu perfil ativo?+

O onboarding leva poucos dias. Na primeira semana seu perfil já está publicando com a nova identidade.

Tem fidelidade? Como funciona o pagamento?+

Compromisso, só se você quiser. No plano anual são R$ 4.798,80 no cartão, numa cobrança só, valendo doze meses — o equivalente a R$ 399,90 por mês. É uma assinatura: daqui a um ano a Stripe cobra de novo sozinha, no mesmo valor. Cancelando, o acesso vai até o fim do ano que você pagou. Preferindo não se comprometer, o mês avulso é R$ 699,90 e você cancela quando quiser.

Ficou uma pergunta que não está aqui? Pergunta no WhatsApp — a resposta vem em horário comercial.

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Sem taxa de setup e sem surpresa no boleto. Você não precisa escolher entre atender bem e aparecer bem — a parte de aparecer é com o Be Visible Instagram.

Contratando o ano, o mês sai 43% mais barato: R$ 4.798,80 numa cobrança só, e a renovação é automática.

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