Marketing médico
O que uma agência de marketing médico faz cabe em cinco frentes — perfil, busca paga, ficha do consultório, site e reputação — e quase nenhuma proposta separa as cinco. O que cada uma resolve, o que perguntar antes de assinar, e qual delas é a nossa.
"Marketing médico" é um guarda-chuva, e é aí que a maioria das conversas se perde. Duas propostas chegam com o mesmo nome no cabeçalho, valores que diferem em quatro vezes, e nenhuma das duas diz exatamente o que entrega — porque as duas estão falando de coisas diferentes.
Não é má-fé. É que o termo cobre pelo menos cinco trabalhos distintos, com preço, ritmo e resultado próprios. Quem contrata sem separá-los paga por um e espera o outro.
Esta página separa os cinco, na ordem em que costumam importar para um consultório — e diz, no fim, qual deles é o nosso.
Perfil que só se anuncia vira panfleto — e panfleto ninguém segue. Seu conteúdo alterna quatro frentes que constroem um nome:
Posts de serviços com direção de arte — informação e convite, nunca promessa.
Conteúdo que mostra o seu método e o seu cuidado — o que faz alguém escolher você.
Mito e verdade, prevenção, quando procurar ajuda — em linguagem simples.
Identidade visual consistente que faz seu nome ser reconhecido no feed.
A presença. O perfil publicando toda semana, com a sua identidade e dentro da régua do seu conselho. É a única das cinco que não tem data para acabar: ela funciona por acúmulo, e para de funcionar no mês em que para. Resolve ser lembrado e ser comparado com vantagem; não resolve trazer alguém amanhã.
A busca paga. Anúncio no Google e no Meta. Compra atenção agora, e para de comprar no dia em que a verba acaba. Resolve pico e lançamento — uma unidade nova, um serviço novo, uma agenda com buraco; não resolve o que a pessoa encontra quando chega.
A ficha. O Perfil da Empresa no Google, os diretórios de saúde, o mapa. É a frente mais barata e a mais negligenciada: é ela que responde "endocrinologista perto de mim", e ela é sobretudo manutenção — horário certo, endereço certo, avaliações respondidas.
O site. Endereço próprio, que ninguém pode mudar as regras embaixo. Vale como base e como prova; não vale como canal de descoberta, porque ninguém abre site de consultório sem antes ter ouvido falar dele em outro lugar.
A reputação. As avaliações e o que se faz com elas — pedir, responder, corrigir a operação quando a mesma reclamação aparece três vezes. É a frente que mais decide a escolha final e a que menos se contrata, porque não cabe em entregável.
Uma agência boa faz várias dessas. Uma proposta honesta diz quais. O problema começa quando as cinco viram um número só, e é sobre isso a próxima seção.
✦ Como funciona
Uma conversa rápida de onboarding: a sua área, a sua especialidade, o seu jeito e os serviços que você oferece.
Posts de serviços, conteúdo educativo e autoridade — com identidade visual sua, e dentro das normas do seu conselho profissional.
Recebe tudo pronto, aprova pelo celular e seu perfil fica ativo a semana inteira — sem você parar de atender.
✦ Antes de decidir
A gente conhece o seu trabalho, monta catorze dias de conteúdo com a sua cara e entrega tudo pronto — arte, texto e legenda. Esse período não é cobrado: você vê o que a gente faz antes de decidir qualquer coisa.
No WhatsApp: a sua área, o seu jeito de atender, o seu @ e as fotos que você já tiver.
Catorze dias de conteúdo com a sua identidade visual, dentro das normas do seu conselho.
Arte e legenda, post por post, prontos para publicar. O que fazer com eles é decisão sua.
✦ Quem já usa
O que mudou para eles não foi o número de seguidores. Foi a segunda-feira de manhã.
Eu adiava o post da semana desde sempre. Hoje o mês chega pronto e eu só aprovo.
Na primeira semana eu conferia post por post com a resolução do CFM aberta. Faz tempo que não abro.
Perguntei logo se eu ia ter que gravar vídeo. Não gravei nenhum, e o perfil continua parecendo meu.
Meu último post era de outubro do ano passado. Agora tem coisa nova lá toda semana, e eu não passo do "aprovar".
Aprovo o mês inteiro esperando o primeiro paciente chegar.
A agência de antes chamava o meu trabalho de massagem. Aqui eu não precisei explicar o que é RPG.
Eu sentava com o celular sem saber o que dizer. Agora os assuntos já vêm escolhidos — são as perguntas que os pais me fazem.
Entrei pelos 14 dias só para ver no que dava. Assinei o ano antes de eles acabarem.
Há uma diferença de custo que não aparece em proposta nenhuma, e ela é medida no seu tempo.
Quando quem escreve não conhece a publicidade médica, a peça chega para aprovação já errada. Vem o depoimento de paciente, vem a comparação de resultado, vem a frase que garante o desfecho, vem o número do procedimento na arte. Cada uma dessas volta para correção — e quem revisa é você, entre uma consulta e outra, porque o registro no conselho é seu e não da agência.
Duas ou três rodadas assim por mês e o serviço que era para tirar trabalho da sua mesa passa a colocar. É o motivo mais comum de um contrato de conteúdo morrer no terceiro mês, e ele quase nunca é descrito assim: descreve-se como "não deu química".
A alternativa não é revisar mais rápido. É a régua entrar antes, no planejamento, de modo que a peça que precisaria ser recusada não chegue a ser produzida. A nossa é deliberadamente mais fechada do que a norma exige — sem promessa de resultado, sem antes e depois, sem caso de paciente e sem preço na arte —, e a leitura de cada conselho, com a fonte, está em como cada conselho trata a peça que você quer publicar. Para o seu caso, a confirmação é sempre com o seu CRM regional.
✦ Compare antes de decidir
As alturas ao lado são proporcionais aos preços. A diferença por mês é essa mesmo.
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O que o mês publica
12 posts prontos por mês — 3 por semana, você só aprova.
Quatro perguntas que são específicas de medicina, e que quase nunca são feitas. Nenhuma delas é sobre preço.
De quem são as contas. Se a agência criar o Google Ads, a ficha do Google e o perfil, em nome de quem eles ficam? A resposta certa é: no seu. Esta é a que mais dói quando se descobre tarde — o contrato termina e a conta de anúncios, o histórico de aprendizado e as avaliações do consultório ficam do outro lado. Peça acesso de proprietário desde o primeiro dia, não de usuário.
O que é produção e o que é verba. Quanto do valor é o trabalho de quem produz e quanto vai direto para a Meta ou para o Google. Misturar os dois num número só é o que torna dois orçamentos impossíveis de comparar — e é comum.
Quem responde perante o conselho. A resposta honesta é: você. Então a pergunta real é se existe aprovação sua antes de cada publicação, ou se a peça vai ao ar e você descobre depois.
O que acontece no mês em que ninguém fala com você. Toda operação tem um mês assim. Vale saber, antes, o que continua acontecendo sozinho e o que simplesmente para.
Como cada formato responde a essas quatro — agência, social media freelancer ou assinatura — está em o que cada formato de fornecedor resolve, que é a página irmã desta.
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Fazemos a primeira: a presença. O perfil publicando três vezes por semana, com a identidade visual da sua casa e dentro da régua do seu conselho, mês após mês, sem que ninguém da sua equipe escreva, desenhe ou grave.
Não fazemos as outras quatro, e é melhor dizer isso agora do que no terceiro mês. Não gerimos verba de anúncio, não cuidamos da sua ficha no Google, não construímos site e não administramos avaliações. Se o que está faltando para você é uma dessas, uma agência resolve melhor do que nós — e quando ela é a resposta certa está escrito com todas as letras na página ao lado.
Se o que falta é a primeira, o que isso custa e o que muda de uma proposta para outra está em quanto custa. E o que a produção faz com a sua área, especialidade por especialidade, está em marketing para médicos.
Não, e confundir os dois é o erro que mais custa caro. Anúncio é uma das cinco frentes que cabem no termo, e é a que para de existir no dia em que a verba acaba — ele compra atenção agora, não constrói lembrança. As outras quatro (a presença do perfil, a ficha do consultório no Google, o site e as avaliações) continuam funcionando sem verba diária, cada uma no ritmo dela. Uma proposta que chama tudo isso de "marketing médico" e cobra um número só é uma proposta que você não consegue comparar com nenhuma outra.
Depende de qual frente você está contratando. Para verba de anúncio e para site, uma boa agência generalista resolve bem. Para conteúdo, a especialização deixa de ser preferência e vira custo: quem não conhece a publicidade médica entrega peças que voltam para correção — depoimento de paciente, comparação de resultado, promessa de desfecho —, e quem revisa cada uma delas é você, porque o registro no conselho é seu. Duas rodadas dessas por mês e o serviço passou a colocar trabalho na sua mesa em vez de tirar.
Não, e quase nunca é o certo. A ordem que costuma fazer sentido para um consultório começa pelo que é mais barato e está mais abandonado — a ficha no Google, que responde a busca por proximidade —, segue pela presença, que é a que constrói lembrança por acúmulo, e só depois entra em anúncio, que rende muito mais quando a pessoa que clica encontra um perfil ativo do outro lado. Site e reputação entram quando houver o que sustentar. Contratar as cinco de uma vez é a receita para não saber qual delas está funcionando.
É a nossa forma de mostrar o serviço em vez de descrever — e esse período não é cobrado. A conversa começa no WhatsApp: perguntamos sobre a sua área, o seu jeito de atender, o seu @ e as fotos que você já tiver. Com isso a produção monta catorze dias de conteúdo com a sua identidade visual e dentro das normas do seu conselho, e entrega tudo pronto — arte, texto e legenda, post por post. Não pedimos contrato nem cartão: se não fizer sentido para você, não há passo seguinte.
Não. Médicos e dentistas são a maior parte de quem está conosco, mas o serviço é o mesmo para psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas, fonoaudiólogos e outras profissões da saúde. O que muda de uma para outra é o assunto — que sai da sua área — e o conselho que rege a sua publicidade. A estrutura de trabalho é a mesma.
Não — e ninguém sério garante. O que garantimos é presença profissional e constante no seu Instagram. Presença constrói lembrança, e lembrança vira procura. O atendimento continua sendo o seu talento.
Esse é o ponto de partida, não um detalhe. Trabalhamos com a régua mais conservadora da publicidade em saúde, e ela vale para todo mundo: nada de promessa de resultado, antes e depois, depoimento de paciente ou preço em post — o conteúdo é educativo, de serviço e de autoridade. Vale para o CFM, para o CFO e para os conselhos das outras profissões da saúde. E você aprova cada post antes de ir ao ar, porque quem responde perante o conselho é você.
Não é obrigatório. Trabalhamos com o que você tiver: fotos do seu espaço de atendimento, fotos suas, ou um banco de imagens profissional. Quanto mais material seu, mais pessoal fica o perfil — mas começamos com o que existe.
Nenhum — é o ponto de partida de quase todo mundo. O perfil não precisa de histórico para começar: a identidade visual arruma a casa logo na primeira semana, e a constância faz o resto, post a post. Quem abrir o seu perfil daqui a um mês encontra um profissional presente — e essa primeira impressão não depende do número de seguidores.
Você recebe tudo pronto e aprova pelo celular. A publicação pode ficar com você ou conosco, conforme combinado no onboarding.
Principalmente. O perfil é seu, e a marca construída continua com você ao longo da carreira — onde quer que você atenda, inclusive online. Profissional lembrado é profissional procurado, inclusive dentro da clínica.
O onboarding leva poucos dias. Na primeira semana seu perfil já está publicando com a nova identidade.
Compromisso, só se você quiser. No plano anual são R$ 4.798,80 no cartão, numa cobrança só, valendo doze meses — o equivalente a R$ 399,90 por mês. É uma assinatura: daqui a um ano a Stripe cobra de novo sozinha, no mesmo valor. Cancelando, o acesso vai até o fim do ano que você pagou. Preferindo não se comprometer, o mês avulso é R$ 699,90 e você cancela quando quiser.
Ficou uma pergunta que não está aqui? Pergunta no WhatsApp — a resposta vem em horário comercial.
Antes de decidir
Manda o seu @ pra gente: a gente entende o seu trabalho e monta catorze dias de conteúdo com a sua cara — arte e legenda prontas, antes de qualquer decisão.
Falar no WhatsAppResposta em horário comercial. Ninguém liga sem avisar.
lembrado antes da próxima consulta
Captação
Você passou meses se especializando, comprou o equipamento, abriu a agenda — e o anúncio de estreia rendeu três curtidas. O problema quase nunca é alcance: é que o anúncio fala do serviço, e quem decide ainda não sabe que tem o problema que ele resolve.
Negócio
Seguidor, curtida e visualização são os números mais visíveis e os que menos explicam. As quatro medidas que dizem se um perfil de saúde está funcionando, onde encontrá-las, de quanto em quanto tempo olhar e por que quase nenhuma decisão deve ser tomada numa semana.
Negócio
É a ficha que aparece no mapa e ao lado da busca quando alguém procura a sua especialidade na sua cidade — e ela é gratuita, quase sempre está incompleta e decide mais visitas do que o site. Como criar, verificar, preencher e manter, e o cuidado que a saúde exige com avaliações.