Conteúdo para médicos
Quem pesquisa cirurgia refrativa lê por meses antes de escolher um nome. Marketing para oftalmologistas com trabalho por trás: um perfil que explica procedimento, exame e rotina, sem antes e depois.
O óculos embaça na saída do banho, escorrega no treino, some no fundo da bolsa. Um dia a pessoa se cansa e faz o que quase todo mundo faz: pega o celular e digita "cirurgia refrativa". Não o nome de um oftalmologista — o nome do procedimento.
Ela quer saber o que é, se dói, quanto tempo fica sem dirigir, se serve para o caso dela. Vai ler sobre isso por semanas, às vezes por meses, antes de a pergunta virar "com quem".
Essa ordem — primeiro o que resolveria, depois quem resolve — é a marca da oftalmologia. E abre uma etapa antes da escolha do nome, feita das dúvidas que você responde todo dia no consultório.
✦ Compare antes de decidir
As alturas ao lado são proporcionais aos preços. A diferença por mês é essa mesmo.
Agência de marketing
Be Visible Instagram
R$ 1.200 a menos, todo mês
O que o mês publica
12 posts prontos por mês — 3 por semana, você só aprova.
No Brasil, "cirurgia refrativa" é procurada cerca de 22 mil vezes por mês. "Oftalmologista perto de mim", cerca de 1.900. Os dois números, lado a lado, descrevem uma decisão: quase todo mundo está entendendo o assunto muito antes de estar escolhendo alguém.
E o que ela pergunta é quase sempre o mesmo punhado de coisas: se dói, se dá para voltar a usar óculos depois, se vale para astigmatismo alto, para córnea fina, para quem tem ceratocone, se o grau pode mudar de novo com o tempo. Nenhuma dessas perguntas se responde com uma promessa. Todas se respondem com critério.
E a resposta mais importante da fila é a menos vistosa: quem decide se dá para operar não é a vontade de largar o óculos, é a avaliação — o formato e a espessura da córnea, a medida do grau feita com o colírio que solta a acomodação. Explicar essa etapa já diz que ali existe critério antes de existir oferta. E quando a dúvida vira decisão, o nome que vinha respondendo há semanas é o primeiro em que a pessoa pensa.
✦ O que a presença constrói
Clínica, sala dividida, convênio, plantão, atendimento online — onde você atende pode mudar várias vezes ao longo da carreira. Sua marca vai junto. O Be Visible Instagram trabalha a sua marca todos os meses — um perfil que constrói lembrança enquanto você atende.
Perfil que só se anuncia vira panfleto — e panfleto ninguém segue. Seu conteúdo alterna quatro frentes que constroem um nome:
Posts de serviços com direção de arte — informação e convite, nunca promessa.
Conteúdo que mostra o seu método e o seu cuidado — o que faz alguém escolher você.
Mito e verdade, prevenção, quando procurar ajuda — em linguagem simples.
Identidade visual consistente que faz seu nome ser reconhecido no feed.
A refrativa é decisão de quem quer. A catarata é assunto de quem não pediu: chega com a idade, aparece primeiro no farol à noite, na bula que ficou impossível, na cor que foi amarelando devagar — e a pessoa passa meses achando que foi só o grau que mudou outra vez.
Há uma diferença aí que muda o texto inteiro: quem lê sobre catarata muitas vezes não é quem vai operar. É a filha que pesquisa pelo pai, o filho que marca a consulta e vai junto, o neto que digita a pergunta na sala de espera. Esse leitor traz outras dúvidas — se precisa internar, se dá para fazer os dois olhos, o que é a lente que fica no lugar, quem vai pingar o colírio depois.
São dois públicos com quase nada em comum e um perfil só — e isso não é problema: são semanas diferentes do mesmo mês. A de terça fala com quem cansou da lente de contato aos trinta; a de quinta, com quem acompanha alguém de setenta e ainda não sabe se aquilo tem nome.
✦ Antes de decidir
A gente conhece o seu trabalho, monta catorze dias de conteúdo com a sua cara e entrega tudo pronto — arte, texto e legenda. Esse período não é cobrado: você vê o que a gente faz antes de decidir qualquer coisa.
No WhatsApp: a sua área, o seu jeito de atender, o seu @ e as fotos que você já tiver.
Catorze dias de conteúdo com a sua identidade visual, dentro das normas do seu conselho.
Arte e legenda, post por post, prontos para publicar. O que fazer com eles é decisão sua.
✦ Quem já usa
O que mudou para eles não foi o número de seguidores. Foi a segunda-feira de manhã.
Eu adiava o post da semana desde sempre. Hoje o mês chega pronto e eu só aprovo.
Na primeira semana eu conferia post por post com a resolução do CFM aberta. Faz tempo que não abro.
Perguntei logo se eu ia ter que gravar vídeo. Não gravei nenhum, e o perfil continua parecendo meu.
Meu último post era de outubro do ano passado. Agora tem coisa nova lá toda semana, e eu não passo do "aprovar".
Aprovo o mês inteiro esperando o primeiro paciente chegar.
A agência de antes chamava o meu trabalho de massagem. Aqui eu não precisei explicar o que é RPG.
Eu sentava com o celular sem saber o que dizer. Agora os assuntos já vêm escolhidos — são as perguntas que os pais me fazem.
Entrei pelos 14 dias só para ver no que dava. Assinei o ano antes de eles acabarem.
Boa parte do que se procura em oftalmologia não é doença nem procedimento: é o nome de um exame que apareceu num pedido. Mapeamento de retina, topografia de córnea, campo visual, tonometria, retinografia, OCT. A pessoa sai com o papel na mão e digita a palavra no corredor.
É o conteúdo de maior procura e o menos bem feito, porque quase ninguém escreve do jeito que a dúvida existe: o que o exame olha, quanto tempo leva, se precisa do colírio que dilata, se a vista fica embaçada depois, se dá para voltar dirigindo, o que levar. É assunto que se lê em ordem — primeiro passo, segundo passo, na sequência em que ele acontece de verdade — e que a pessoa guarda para reler na véspera.
Quem escreve não é você. Texto e arte saem daqui prontos e chegam no seu celular do jeito que vão ao ar: você lê, ajusta o que não soa seu e libera. Não há vídeo para gravar entre um paciente e o seguinte, e quem publica é você. As duas primeiras semanas são feitas por nossa conta, para você ver o trabalho antes de decidir — não é cobrado e não pedimos cartão.
Aqui o antes e depois é literal: o olho antes, o olho depois; a tabela de letras borrada ao lado da tabela nítida. É a peça mais fácil da especialidade e é justamente a que não fazemos — o resultado de um caso não se repete no outro, e a imagem que sugere o contrário promete o que ninguém pode garantir. Pela mesma razão não escrevemos "livre-se dos óculos", não damos prazo de recuperação e não dizemos com quanto o grau vai ficar.
O que ocupa esse espaço dá mais trabalho e dura muito mais: o que a avaliação investiga e por que vem antes de tudo, quem costuma ser candidato e quem não é, o que muda nas primeiras semanas, a diferença entre duas técnicas dita sem jargão.
Sem promessa, sem depoimento, sem caso que dê para reconhecer e sem preço na arte — é a mesma régua descrita em o que sustenta um perfil médico em qualquer especialidade. Ela também alcança a fotografia: a imagem de um olho tem dono, e a autorização não é detalhe de rodapé. Nada vai ao ar sem passar por você, e o que é específico da sua área se confirma no seu CRM regional.
Dente dói, garganta inflama, febre assusta. O olho quase nunca faz isso — e por isso a consulta de rotina é a que mais fica para o ano que vem.
A criança que copia errado do quadro e leva fama de distraída. O adulto que passou dos quarenta e começou a afastar o cardápio, e culpa a luz do restaurante. Quem tem diabetes e ainda não fez o fundo de olho deste ano. A pressão dentro do olho, que sobe sem doer e sem avisar. Nenhuma delas está procurando um oftalmologista hoje: está procurando explicação para uma coisa pequena que começou a incomodar.
É aí que um perfil de oftalmologia no Instagram trabalha, e por isso a régua aqui é o ano, e não a peça. Três publicações por semana e doze por mês atravessam, em doze meses, a criança que não enxerga o quadro, o grau que muda todo ano na adolescência, a idade em que a letra pequena some e a fase em que a catarata entra na conversa — de modo que o assunto de cada idade já esteja publicado quando ela chegar. E, quando a conversa enfim começa, a pergunta do plano costuma vir antes de todas as outras.
As três palavras ocupam o mesmo assunto e, muitas vezes, o mesmo quarteirão — e boa parte das pessoas chega sem saber qual é qual, nem por que a receita sai de um lugar e o óculos de outro.
Esclarecer isso é dos conteúdos mais valiosos que a especialidade tem, desde que escrito como esclarecimento e nunca como alfinetada em outra profissão. Quem entende o que encontra em cada lugar chega mais preparado e pergunta melhor. É o tipo de publicação que a pessoa guarda e manda para alguém da família — e que responde, sem confronto, à dúvida que ela não faria em voz alta.
Esclarecer é conteúdo; conviver com a confusão todo dia é operação, e ela tem página própria. Como se toca um perfil de oftalmologia — o que chega na caixa de mensagens, quem responde, o que dá para fotografar numa sala que trabalha no escuro e o que o feed não deve virar — está em a rotina do perfil de um consultório de oftalmologia. Esta página é o escopo do serviço; a de lá é a operação.
Não. Em oftalmologia essa é a imagem mais pedida — o olho antes, o olho depois — e é justamente a que não fazemos: o resultado de um caso não se repete no outro. No lugar dela entram o que a avaliação investiga, quem é candidato e o que a recuperação exige das primeiras semanas. Na dúvida sobre um caso específico, confirme com o seu CRM regional.
É por aí que a gente começa. A pauta sai das perguntas que chegam antes da escolha do profissional: o que o exame investiga, quem é candidato e quem não é, quanto tempo leva a recuperação, o que muda de uma técnica para outra. Quem responde isso bem aparece na etapa em que a pessoa ainda está entendendo o assunto.
Dá, e é um dos assuntos que mais rendem — desde que escrito como esclarecimento, e nunca como alfinetada em outra profissão. O post explica o que cada um faz e o que a pessoa encontra em cada lugar, sem adjetivo e sem disputa. Quem entende a diferença chega mais preparado à consulta e sai dela sabendo o que foi feito.
É a nossa forma de mostrar o serviço em vez de descrever — e esse período não é cobrado. A conversa começa no WhatsApp: perguntamos sobre a sua área, o seu jeito de atender, o seu @ e as fotos que você já tiver. Com isso a produção monta catorze dias de conteúdo com a sua identidade visual e dentro das normas do seu conselho, e entrega tudo pronto — arte, texto e legenda, post por post. Não pedimos contrato nem cartão: se não fizer sentido para você, não há passo seguinte.
Não. Médicos e dentistas são a maior parte de quem está conosco, mas o serviço é o mesmo para psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas, fonoaudiólogos e outras profissões da saúde. O que muda de uma para outra é o assunto — que sai da sua área — e o conselho que rege a sua publicidade. A estrutura de trabalho é a mesma.
Não — e ninguém sério garante. O que garantimos é presença profissional e constante no seu Instagram. Presença constrói lembrança, e lembrança vira procura. O atendimento continua sendo o seu talento.
Esse é o ponto de partida, não um detalhe. Trabalhamos com a régua mais conservadora da publicidade em saúde, e ela vale para todo mundo: nada de promessa de resultado, antes e depois, depoimento de paciente ou preço em post — o conteúdo é educativo, de serviço e de autoridade. Vale para o CFM, para o CFO e para os conselhos das outras profissões da saúde. E você aprova cada post antes de ir ao ar, porque quem responde perante o conselho é você.
Não é obrigatório. Trabalhamos com o que você tiver: fotos do seu espaço de atendimento, fotos suas, ou um banco de imagens profissional. Quanto mais material seu, mais pessoal fica o perfil — mas começamos com o que existe.
Nenhum — é o ponto de partida de quase todo mundo. O perfil não precisa de histórico para começar: a identidade visual arruma a casa logo na primeira semana, e a constância faz o resto, post a post. Quem abrir o seu perfil daqui a um mês encontra um profissional presente — e essa primeira impressão não depende do número de seguidores.
Você recebe tudo pronto e aprova pelo celular. A publicação pode ficar com você ou conosco, conforme combinado no onboarding.
Principalmente. O perfil é seu, e a marca construída continua com você ao longo da carreira — onde quer que você atenda, inclusive online. Profissional lembrado é profissional procurado, inclusive dentro da clínica.
O onboarding leva poucos dias. Na primeira semana seu perfil já está publicando com a nova identidade.
Compromisso, só se você quiser. No plano anual são R$ 4.798,80 no cartão, numa cobrança só, valendo doze meses — o equivalente a R$ 399,90 por mês. É uma assinatura: daqui a um ano a Stripe cobra de novo sozinha, no mesmo valor. Cancelando, o acesso vai até o fim do ano que você pagou. Preferindo não se comprometer, o mês avulso é R$ 699,90 e você cancela quando quiser.
Ficou uma pergunta que não está aqui? Pergunta no WhatsApp — a resposta vem em horário comercial.
Investimento
Sem taxa de setup e sem surpresa no boleto. Você não precisa escolher entre atender bem e aparecer bem — a parte de aparecer é com o Be Visible Instagram.
Contratando o ano, o mês sai 43% mais barato: R$ 4.798,80 numa cobrança só, e a renovação é automática.
Plano anual
R$399,90/mês
R$ 4.798,80 por ano, numa cobrança só · renova sozinho
Quero começarResposta no WhatsApp, em horário comercial
Prefere não se comprometer?
R$ 699,90/mês avulso,
cancela quando quiser.
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Antes de decidir
Manda o seu @ pra gente: a gente entende o seu trabalho e monta catorze dias de conteúdo com a sua cara — arte e legenda prontas, antes de qualquer decisão.
Falar no WhatsAppResposta em horário comercial. Ninguém liga sem avisar.
lembrado antes da próxima consulta
Conselhos
A norma que rege o Instagram do médico foi reescrita em 2023 e vale desde março de 2024. Selfie liberada, valor de consulta liberado, antes e depois autorizado sob condições duras — e o repost do elogio do paciente virando publicação sua.
Captação
Você passou meses se especializando, comprou o equipamento, abriu a agenda — e o anúncio de estreia rendeu três curtidas. O problema quase nunca é alcance: é que o anúncio fala do serviço, e quem decide ainda não sabe que tem o problema que ele resolve.
Negócio
Seguidor, curtida e visualização são os números mais visíveis e os que menos explicam. As quatro medidas que dizem se um perfil de saúde está funcionando, onde encontrá-las, de quanto em quanto tempo olhar e por que quase nenhuma decisão deve ser tomada numa semana.