Conteúdo para médicos
Quase ninguém digita o nome da especialidade — digita ronco, nariz entupido, ouvido tampado. Conteúdo toda semana no perfil do seu consultório, na sua identidade visual e sem promessa de resultado.
Faz anos que ela respira por uma narina só. Aprendeu a dormir de lado, a levar o spray na bolsa e a chamar aquilo de sinusite. Ninguém trata o que já virou parte do corpo — até alguém comentar, num almoço qualquer, que aquilo tem nome, tem exame e tem conduta.
É assim que se chega à otorrinolaringologia: tarde, e quase sempre por acaso. O ouvido que estala desde o último voo. A garganta que inflama a cada virada de estação. O zumbido que só aparece quando a casa fica quieta. O ronco que já virou piada de família.
Quando a busca enfim acontece, ela é feita com as palavras do sintoma. Quase ninguém digita o nome da sua especialidade, e boa parte nem saberia soletrar. Um perfil que passa o ano respondendo a essas palavras, do jeito que elas são ditas, é o que essa pessoa encontra no dia em que decide procurar.
✦ Compare antes de decidir
As alturas ao lado são proporcionais aos preços. A diferença por mês é essa mesmo.
Agência de marketing
Be Visible Instagram
R$ 1.200 a menos, todo mês
O que o mês publica
12 posts prontos por mês — 3 por semana, você só aprova.
"Estou com sinusite" é o que se diz, e na maior parte das vezes descreve outra coisa. A rinite acompanha o ano inteiro e piora com poeira, ar seco, mudança de temperatura, cheiro de produto de limpeza; a sinusite costuma vir depois de um resfriado que não fechou, com dor de face e o peso que aumenta quando a pessoa se abaixa para calçar o sapato. As duas palavras vivem trocadas na conversa, e a troca tem consequência: quem se acha eternamente sinusítico espera antibiótico de toda consulta, e quem chama a rinite de alergia fraca passa uma década convivendo com ela.
Desfazer essa confusão é assunto de sobra para um mês inteiro. O que a endoscopia nasal mostra em cinco minutos, e por que ela assusta menos do que a pessoa imagina. Como um desvio de septo aparece num exame pedido por outro motivo. O que os cornetos têm a ver com o nariz que troca de lado no meio da noite. Quando o spray faz parte do tratamento e quando ele virou muleta.
Nada disso é aula. É critério: o que você observa antes de pedir exame, o que costuma assustar mais do que deveria, o que dá para acompanhar e o que não dá. Um texto que responde à dúvida com o vocabulário de quem a tem é lido até o fim, e o nome de quem escreveu fica junto da resposta.
✦ O que a presença constrói
Clínica, sala dividida, convênio, plantão, atendimento online — onde você atende pode mudar várias vezes ao longo da carreira. Sua marca vai junto. O Be Visible Instagram trabalha a sua marca todos os meses — um perfil que constrói lembrança enquanto você atende.
Perfil que só se anuncia vira panfleto — e panfleto ninguém segue. Seu conteúdo alterna quatro frentes que constroem um nome:
Posts de serviços com direção de arte — informação e convite, nunca promessa.
Conteúdo que mostra o seu método e o seu cuidado — o que faz alguém escolher você.
Mito e verdade, prevenção, quando procurar ajuda — em linguagem simples.
Identidade visual consistente que faz seu nome ser reconhecido no feed.
O sono virou o assunto de maior procura da sua área, e quase nunca é o roncador quem procura. Quem digita é a mulher que passou a noite contando as pausas. É o marido que já dorme no quarto do meio. É a filha que ouviu o pai parar de respirar e ficou acordada esperando o ronco voltar.
Isso muda o endereço do texto. A peça escrita para quem ronca começa perdendo, porque ele acha que ronca só quando bebe e dorme muito bem, obrigado. A peça escrita para quem escuta descreve a cena da madrugada — a pausa, o susto, o ronco que retorna mais alto — e segue para o que a pessoa do lado não sabe perguntar: o que uma polissonografia mede, por que a sonolência das duas da tarde é assunto da noite anterior, e por que o barulho é a parte menos importante de tudo isso.
E há a segunda metade da conversa, que é onde a maioria dos perfis para: o que vem depois do diagnóstico. O que muda na rotina de quem passa a usar aparelho. O que a avaliação da via aérea investiga do nariz à base da língua. O quanto o peso entra na conta, e o que ele não resolve sozinho. Ocupar esse trecho com informação calma é o que faz um casal chegar à consulta sabendo o que veio fazer ali.
✦ Antes de decidir
A gente conhece o seu trabalho, monta catorze dias de conteúdo com a sua cara e entrega tudo pronto — arte, texto e legenda. Esse período não é cobrado: você vê o que a gente faz antes de decidir qualquer coisa.
No WhatsApp: a sua área, o seu jeito de atender, o seu @ e as fotos que você já tiver.
Catorze dias de conteúdo com a sua identidade visual, dentro das normas do seu conselho.
Arte e legenda, post por post, prontos para publicar. O que fazer com eles é decisão sua.
✦ Quem já usa
O que mudou para eles não foi o número de seguidores. Foi a segunda-feira de manhã.
Eu adiava o post da semana desde sempre. Hoje o mês chega pronto e eu só aprovo.
Na primeira semana eu conferia post por post com a resolução do CFM aberta. Faz tempo que não abro.
Perguntei logo se eu ia ter que gravar vídeo. Não gravei nenhum, e o perfil continua parecendo meu.
Meu último post era de outubro do ano passado. Agora tem coisa nova lá toda semana, e eu não passo do "aprovar".
Aprovo o mês inteiro esperando o primeiro paciente chegar.
A agência de antes chamava o meu trabalho de massagem. Aqui eu não precisei explicar o que é RPG.
Eu sentava com o celular sem saber o que dizer. Agora os assuntos já vêm escolhidos — são as perguntas que os pais me fazem.
Entrei pelos 14 dias só para ver no que dava. Assinei o ano antes de eles acabarem.
Na otite que volta a cada mês de creche, quem pesquisa, compara e escolhe é o adulto que ficou de pé até as quatro da manhã. Na adenoide, o assunto costuma chegar pronto de outra sala: o pediatra levantou a suspeita numa consulta de rotina, ou quem cuida da fala e da deglutição dessa criança reparou na boca sempre aberta e na voz anasalada. A família senta na sua frente com um encaminhamento na mão e uma pergunta que não está nele: precisa mesmo operar?
Essa pergunta se responde muito antes da consulta. O que a audiometria e a timpanometria medem numa criança que ainda não fala o bastante para dizer que não está ouvindo. O que significa líquido atrás do tímpano sem infecção nenhuma. Por que o ronco de uma criança de quatro anos não é fofo. O que pesa na conta entre esperar mais um inverno e não esperar.
Escrito para o adulto, e não para o prontuário. Ele chega falando de outra pessoa, dividido entre o medo de estar exagerando e o de ter demorado, e um texto que não o repreende por nenhuma das duas coisas é o que sustenta a mensagem no direct. No outro extremo da vida a lógica se repete: na perda auditiva, quem procura costuma ser o filho adulto, cansado de repetir a mesma frase três vezes no almoço de domingo.
O nariz é a fronteira da especialidade, e é onde a régua da casa aperta. A tela está cheia de perfis que põem dois narizes lado a lado e prometem o nariz dos sonhos — e é exatamente isso que aqui não se faz: nenhuma peça compara antes e depois, promete desfecho ou empresta a voz de um paciente. A linha é a mesma de qualquer consultório com CRM na porta, sem exceção para o lado estético do seu, e uma autorização assinada não muda a conta: o problema não é o sigilo, é o que a imagem promete a quem ainda não operou.
O que entra no lugar é a metade funcional, que quase ninguém ocupa. O septo que entortou numa bolada aos doze anos e cobrou a conta aos trinta. A diferença entre o que a septoplastia resolve e o que ela não resolve. O que a avaliação pesa antes de indicar cirurgia, e por que parte dos casos segue clínica. Como é a recuperação de verdade, que não cabe em três linhas de legenda. Boa parte da agenda cirúrgica da área é eletiva, e decisão eletiva é decisão pesquisada: septo, amígdalas e adenoide se leem por meses antes de virar consulta.
Como quem responde perante o conselho é você, cada peça passa pela sua aprovação antes de ir ao ar — pelo celular, em um minuto: não há vídeo para gravar nem legenda para redigir, porque a peça chega pronta. No que for específico da sua prática, a palavra final é do seu CRM regional.
Entre o primeiro post lido e a primeira mensagem costumam passar meses: quem convive com o sintoma há anos não muda de ideia numa terça-feira. A pessoa lê, guarda, comenta em casa, esquece — e um dia, quando a noite mal dormida passa do tolerável, o nome que volta é o de quem ainda estava publicando naquela semana. É por isso que o perfil se sustenta no calendário e não na inspiração: três publicações por semana, doze ao longo do mês, mês depois de mês. O quadro inteiro está em por que a lembrança se constrói meses antes da procura.
Isso é o serviço, e a régua dele. Já o funcionamento de uma conta dessas ao longo do ano — o mês montado contra as estações da sua sala, o que se fotografa entre um exame e outro, quem atende o que os posts geram — ganhou uma página só da operação.
Não, porque o mês é desenhado antes da primeira peça. Cada frente sua tem o próprio leitor — a família da criança com otite de repetição, quem convive com rinite, quem está pesquisando a cirurgia do septo — e o planejamento reserva espaço para cada uma, com a mesma identidade visual por cima. Ao longo do ano, o perfil vira o lugar onde esses públicos encontram resposta, sem disputar a mesma semana.
Pode, e é dos assuntos que mais rendem. O post fala de critério e de processo: o que a avaliação pesa antes de indicar uma septoplastia, como costuma ser a recuperação, o que a operação resolve e o que segue sendo tratamento clínico. Desfecho garantido, caso de paciente e antes e depois ficam fora. Para o recorte específico da sua prática, a confirmação é com o seu CRM regional.
Muda a escolha dentro da lista. Quem abre o guia do plano encontra dez nomes iguais e decide pelo que achar sobre cada um — e o perfil é, na prática, o único lugar onde essa diferença aparece antes da consulta. Vale também para o dia em que a sua relação com o convênio mudar: o público que acompanha o seu perfil continua sendo seu.
É a nossa forma de mostrar o serviço em vez de descrever — e esse período não é cobrado. A conversa começa no WhatsApp: perguntamos sobre a sua área, o seu jeito de atender, o seu @ e as fotos que você já tiver. Com isso a produção monta catorze dias de conteúdo com a sua identidade visual e dentro das normas do seu conselho, e entrega tudo pronto — arte, texto e legenda, post por post. Não pedimos contrato nem cartão: se não fizer sentido para você, não há passo seguinte.
Não. Médicos e dentistas são a maior parte de quem está conosco, mas o serviço é o mesmo para psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas, fonoaudiólogos e outras profissões da saúde. O que muda de uma para outra é o assunto — que sai da sua área — e o conselho que rege a sua publicidade. A estrutura de trabalho é a mesma.
Não — e ninguém sério garante. O que garantimos é presença profissional e constante no seu Instagram. Presença constrói lembrança, e lembrança vira procura. O atendimento continua sendo o seu talento.
Esse é o ponto de partida, não um detalhe. Trabalhamos com a régua mais conservadora da publicidade em saúde, e ela vale para todo mundo: nada de promessa de resultado, antes e depois, depoimento de paciente ou preço em post — o conteúdo é educativo, de serviço e de autoridade. Vale para o CFM, para o CFO e para os conselhos das outras profissões da saúde. E você aprova cada post antes de ir ao ar, porque quem responde perante o conselho é você.
Não é obrigatório. Trabalhamos com o que você tiver: fotos do seu espaço de atendimento, fotos suas, ou um banco de imagens profissional. Quanto mais material seu, mais pessoal fica o perfil — mas começamos com o que existe.
Nenhum — é o ponto de partida de quase todo mundo. O perfil não precisa de histórico para começar: a identidade visual arruma a casa logo na primeira semana, e a constância faz o resto, post a post. Quem abrir o seu perfil daqui a um mês encontra um profissional presente — e essa primeira impressão não depende do número de seguidores.
Você recebe tudo pronto e aprova pelo celular. A publicação pode ficar com você ou conosco, conforme combinado no onboarding.
Principalmente. O perfil é seu, e a marca construída continua com você ao longo da carreira — onde quer que você atenda, inclusive online. Profissional lembrado é profissional procurado, inclusive dentro da clínica.
O onboarding leva poucos dias. Na primeira semana seu perfil já está publicando com a nova identidade.
Compromisso, só se você quiser. No plano anual são R$ 4.798,80 no cartão, numa cobrança só, valendo doze meses — o equivalente a R$ 399,90 por mês. É uma assinatura: daqui a um ano a Stripe cobra de novo sozinha, no mesmo valor. Cancelando, o acesso vai até o fim do ano que você pagou. Preferindo não se comprometer, o mês avulso é R$ 699,90 e você cancela quando quiser.
Ficou uma pergunta que não está aqui? Pergunta no WhatsApp — a resposta vem em horário comercial.
Investimento
Sem taxa de setup e sem surpresa no boleto. Você não precisa escolher entre atender bem e aparecer bem — a parte de aparecer é com o Be Visible Instagram.
Contratando o ano, o mês sai 43% mais barato: R$ 4.798,80 numa cobrança só, e a renovação é automática.
Plano anual
R$399,90/mês
R$ 4.798,80 por ano, numa cobrança só · renova sozinho
Quero começarResposta no WhatsApp, em horário comercial
Prefere não se comprometer?
R$ 699,90/mês avulso,
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Antes de decidir
Manda o seu @ pra gente: a gente entende o seu trabalho e monta catorze dias de conteúdo com a sua cara — arte e legenda prontas, antes de qualquer decisão.
Falar no WhatsAppResposta em horário comercial. Ninguém liga sem avisar.
lembrado antes da próxima consulta
Conselhos
A norma que rege o Instagram do médico foi reescrita em 2023 e vale desde março de 2024. Selfie liberada, valor de consulta liberado, antes e depois autorizado sob condições duras — e o repost do elogio do paciente virando publicação sua.
Captação
Você passou meses se especializando, comprou o equipamento, abriu a agenda — e o anúncio de estreia rendeu três curtidas. O problema quase nunca é alcance: é que o anúncio fala do serviço, e quem decide ainda não sabe que tem o problema que ele resolve.
Negócio
Seguidor, curtida e visualização são os números mais visíveis e os que menos explicam. As quatro medidas que dizem se um perfil de saúde está funcionando, onde encontrá-las, de quanto em quanto tempo olhar e por que quase nenhuma decisão deve ser tomada numa semana.