Conteúdo para médicos
Quem abre o perfil de um pediatra é a mãe, o pai ou a avó — quase sempre fora do horário, com uma pergunta que não espera até de manhã. Marketing para pediatras escrito para esse leitor: sem susto e sem promessa.
Seu paciente tem três anos. Não procura o seu nome, não lê legenda, não compara perfil nenhum — e não vai ver nada do que você publicar.
Quem vê é a mãe. Ou o pai, ou a avó que ficou com a criança a semana inteira: um adulto sentado na beirada da cama depois que a casa dorme, com a tela acesa e o quarto ao lado em silêncio, tentando entender se aquilo espera até segunda.
A pediatria é a única especialidade em que quem decide nunca é quem é atendido. E isso muda tudo — o assunto, a hora, o tom e, principalmente, o limite.
✦ Compare antes de decidir
As alturas ao lado são proporcionais aos preços. A diferença por mês é essa mesmo.
Agência de marketing
Be Visible Instagram
R$ 1.200 a menos, todo mês
O que o mês publica
12 posts prontos por mês — 3 por semana, você só aprova.
O assunto é a primeira coisa que muda. Essa pessoa não digita o nome de uma doença: digita febre que volta sempre à noite, sono que não engata, criança que só come três coisas, chiado que aparece todo inverno, birra que já não parece só birra, mancha que apareceu dois dias depois da creche.
São as perguntas que você responde de pé, com a mão na maçaneta, depois que a consulta já acabou — e são as mesmas em fevereiro e em agosto, com famílias diferentes. Cada uma delas cabe num post, e o post não toma o lugar da consulta: ele devolve à consulta o tempo que ela vinha gastando com a explicação de sempre.
Quando a dúvida é de fala ou de audição, dizer com calma o que uma avaliação investiga já orienta melhor do que qualquer palpite de internet — e é conteúdo que serve tanto a você quanto a quem vai receber essa criança depois. O papel de cada peça dentro do mês está em como um consultório decide o que publicar em cada semana.
✦ O que a presença constrói
Clínica, sala dividida, convênio, plantão, atendimento online — onde você atende pode mudar várias vezes ao longo da carreira. Sua marca vai junto. O Be Visible Instagram trabalha a sua marca todos os meses — um perfil que constrói lembrança enquanto você atende.
Perfil que só se anuncia vira panfleto — e panfleto ninguém segue. Seu conteúdo alterna quatro frentes que constroem um nome:
Posts de serviços com direção de arte — informação e convite, nunca promessa.
Conteúdo que mostra o seu método e o seu cuidado — o que faz alguém escolher você.
Mito e verdade, prevenção, quando procurar ajuda — em linguagem simples.
Identidade visual consistente que faz seu nome ser reconhecido no feed.
Poucas especialidades acompanham alguém por tanto tempo. A criança que chegou com quinze dias volta com dois anos, com seis, com onze — e no meio do caminho aparece o irmão, depois o primo, depois a colega da mesma sala.
Entre uma consulta de puericultura e a próxima passam meses, e quem preenche esse vão é o perfil: é ali que a mãe reencontra você numa terça qualquer, sem motivo nenhum, e é daí que sai o seu nome quando alguém pergunta no grupo da escola.
A vantagem da sua área é que o calendário já vem escrito. A volta às aulas traz piolho, conjuntivite e a papelada do atestado; o outono e o inverno trazem tosse, chiado, febre e a dúvida de levar ou não ao pronto-socorro; o verão traz sol, picada, otite de piscina e a conversa de segurança na água; a caderneta cobra reforços em idades que ninguém guarda de cabeça; e o ano inteiro tem sono, tempo de tela, introdução alimentar e marcos de desenvolvimento. É um ano inteiro de assunto que já existe antes de alguém sentar para procurar ideia.
Três publicações por semana, doze por mês, ao longo de um ano, atravessam esse calendário inteiro — e planejar o mês de uma vez é o que impede que isso vire mais uma tarefa da sua semana. O texto e a arte chegam prontos, no seu jeito de falar; o que sobra para você é ler e aprovar pelo celular, entre um paciente e outro, sem gravar nada.
✦ Antes de decidir
A gente conhece o seu trabalho, monta catorze dias de conteúdo com a sua cara e entrega tudo pronto — arte, texto e legenda. Esse período não é cobrado: você vê o que a gente faz antes de decidir qualquer coisa.
No WhatsApp: a sua área, o seu jeito de atender, o seu @ e as fotos que você já tiver.
Catorze dias de conteúdo com a sua identidade visual, dentro das normas do seu conselho.
Arte e legenda, post por post, prontos para publicar. O que fazer com eles é decisão sua.
✦ Quem já usa
O que mudou para eles não foi o número de seguidores. Foi a segunda-feira de manhã.
Eu adiava o post da semana desde sempre. Hoje o mês chega pronto e eu só aprovo.
Na primeira semana eu conferia post por post com a resolução do CFM aberta. Faz tempo que não abro.
Perguntei logo se eu ia ter que gravar vídeo. Não gravei nenhum, e o perfil continua parecendo meu.
Meu último post era de outubro do ano passado. Agora tem coisa nova lá toda semana, e eu não passo do "aprovar".
Aprovo o mês inteiro esperando o primeiro paciente chegar.
A agência de antes chamava o meu trabalho de massagem. Aqui eu não precisei explicar o que é RPG.
Eu sentava com o celular sem saber o que dizer. Agora os assuntos já vêm escolhidos — são as perguntas que os pais me fazem.
Entrei pelos 14 dias só para ver no que dava. Assinei o ano antes de eles acabarem.
Quase nenhuma outra especialidade é escolhida com tanta antecedência. No último trimestre, entre a lista do enxoval e a mala da maternidade, alguém pergunta num grupo de gestantes qual pediatra indicar — e recebe dois ou três nomes de outras mães, com meia linha de justificativa cada um.
O que acontece em seguida é sempre igual: o nome vai para o Instagram antes de ir para o WhatsApp. A pessoa abre o perfil procurando ali o que a indicação não deu — o jeito de explicar, a paciência, se aquele é um consultório onde dá para chegar com uma pergunta boba às sete da manhã.
Indicação e perfil, então, não são dois caminhos separados: a indicação escolhe quem vai ser olhado, e o perfil decide o que acontece depois de aberto. Sobre esse encaixe, por que um nome indicado chega mais forte quando já existe o que ler.
É a régua mais delicada da sua área, e ela merece uma posição escrita, não subentendida.
Conteúdo que assusta viaja longe. É printado, encaminhado, mandado para três grupos antes do café — e não deixa em ninguém a vontade de marcar consulta com quem escreveu aquilo. Alcance e procura não são a mesma coisa, e aqui os dois chegam a puxar para lados opostos.
A casa fica do lado do convite. O post descreve o que dá para observar em casa, diz o que uma consulta esclarece, e para aí. Nunca insinua que a família demorou, que deixou passar, que devia ter percebido antes. Pai e mãe já chegam com essa conta feita sozinhos, de madrugada; um perfil que a reforça até rende comentário, mas fecha exatamente a porta que estava tentando abrir.
O resto é o que sustenta todo perfil de medicina aqui dentro: sem prometer resultado, sem antes e depois, sem depoimento de família, sem caso que dê para identificar, sem preço na peça. E existe uma linha a mais, que é só sua: criança de paciente não aparece em peça nossa, autorizada ou não. É onde essa conversa começa, antes de qualquer especialidade. Nenhuma peça vai ao ar sem a sua leitura, e o que for específico da sua rotina se confirma com o seu CRM regional.
Boa parte do que se pergunta sobre uma criança é perguntada fora do horário: no domingo, na madrugada, na véspera do feriado. É quando o adulto está sozinho com a escolha de esperar ou não esperar.
Um perfil que já respondeu aquela pergunta continua aberto nessas horas. Não substitui consulta, e não é para isso: serve para a pessoa reconhecer a situação, entender o que costuma acontecer e saber que existe alguém que trata daquilo com calma. Quando a segunda-feira chega, o nome que ela procura já tem rosto.
Parte dessa conversa vai bater no direct, e ali vale a mesma régua do post: o que se responde por mensagem e o que só se responde olhando a criança. E o que você explica uma vez em público deixa de ser explicado quarenta vezes no particular — numa rotina de pediatria, isso pesa.
Esse é o serviço. A conta por dentro é outra conversa, e ela tem página própria: para onde um post de pediatria vai depois de sair do seu perfil, como as doze peças do mês se dividem, o que a câmera alcança numa sala cheia de coisa de criança e quem responde a mensagem que chega tarde da noite. É o funcionamento da conta, semana a semana.
É a régua que mais cuidamos na sua área. O post descreve o que dá para observar em casa, diz o que uma consulta esclarece, e para aí — nunca sugere que a família demorou ou deixou passar. Conteúdo que apavora até rende compartilhamento, mas não rende procura. E você aprova cada peça antes de ela ir ao ar.
Não trabalhamos com imagem de paciente, e com criança a régua é ainda mais firme: nada de foto, vídeo, caso ou história reconhecível, mesmo com autorização dos pais. O que entra no lugar é o seu consultório, o seu jeito de atender, as suas mãos, o material que você usa — e banco de imagens profissional quando ainda não houver foto sua.
Muda o conteúdo inteiro. Escrevemos para o adulto que está com a criança sob os cuidados dele, quase sempre fora do horário do consultório. O assunto sai da rotina de uma casa — sono, febre que volta, o que a escola comentou — e não do vocabulário da consulta. É para quem está decidindo se liga hoje ou espera até segunda.
É a nossa forma de mostrar o serviço em vez de descrever — e esse período não é cobrado. A conversa começa no WhatsApp: perguntamos sobre a sua área, o seu jeito de atender, o seu @ e as fotos que você já tiver. Com isso a produção monta catorze dias de conteúdo com a sua identidade visual e dentro das normas do seu conselho, e entrega tudo pronto — arte, texto e legenda, post por post. Não pedimos contrato nem cartão: se não fizer sentido para você, não há passo seguinte.
Não. Médicos e dentistas são a maior parte de quem está conosco, mas o serviço é o mesmo para psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas, fonoaudiólogos e outras profissões da saúde. O que muda de uma para outra é o assunto — que sai da sua área — e o conselho que rege a sua publicidade. A estrutura de trabalho é a mesma.
Não — e ninguém sério garante. O que garantimos é presença profissional e constante no seu Instagram. Presença constrói lembrança, e lembrança vira procura. O atendimento continua sendo o seu talento.
Esse é o ponto de partida, não um detalhe. Trabalhamos com a régua mais conservadora da publicidade em saúde, e ela vale para todo mundo: nada de promessa de resultado, antes e depois, depoimento de paciente ou preço em post — o conteúdo é educativo, de serviço e de autoridade. Vale para o CFM, para o CFO e para os conselhos das outras profissões da saúde. E você aprova cada post antes de ir ao ar, porque quem responde perante o conselho é você.
Não é obrigatório. Trabalhamos com o que você tiver: fotos do seu espaço de atendimento, fotos suas, ou um banco de imagens profissional. Quanto mais material seu, mais pessoal fica o perfil — mas começamos com o que existe.
Nenhum — é o ponto de partida de quase todo mundo. O perfil não precisa de histórico para começar: a identidade visual arruma a casa logo na primeira semana, e a constância faz o resto, post a post. Quem abrir o seu perfil daqui a um mês encontra um profissional presente — e essa primeira impressão não depende do número de seguidores.
Você recebe tudo pronto e aprova pelo celular. A publicação pode ficar com você ou conosco, conforme combinado no onboarding.
Principalmente. O perfil é seu, e a marca construída continua com você ao longo da carreira — onde quer que você atenda, inclusive online. Profissional lembrado é profissional procurado, inclusive dentro da clínica.
O onboarding leva poucos dias. Na primeira semana seu perfil já está publicando com a nova identidade.
Compromisso, só se você quiser. No plano anual são R$ 4.798,80 no cartão, numa cobrança só, valendo doze meses — o equivalente a R$ 399,90 por mês. É uma assinatura: daqui a um ano a Stripe cobra de novo sozinha, no mesmo valor. Cancelando, o acesso vai até o fim do ano que você pagou. Preferindo não se comprometer, o mês avulso é R$ 699,90 e você cancela quando quiser.
Ficou uma pergunta que não está aqui? Pergunta no WhatsApp — a resposta vem em horário comercial.
Investimento
Sem taxa de setup e sem surpresa no boleto. Você não precisa escolher entre atender bem e aparecer bem — a parte de aparecer é com o Be Visible Instagram.
Contratando o ano, o mês sai 43% mais barato: R$ 4.798,80 numa cobrança só, e a renovação é automática.
Plano anual
R$399,90/mês
R$ 4.798,80 por ano, numa cobrança só · renova sozinho
Quero começarResposta no WhatsApp, em horário comercial
Prefere não se comprometer?
R$ 699,90/mês avulso,
cancela quando quiser.
Já decidiu? Assinar agora no cartão →
Antes de decidir
Manda o seu @ pra gente: a gente entende o seu trabalho e monta catorze dias de conteúdo com a sua cara — arte e legenda prontas, antes de qualquer decisão.
Falar no WhatsAppResposta em horário comercial. Ninguém liga sem avisar.
lembrado antes da próxima consulta
Conselhos
A norma que rege o Instagram do médico foi reescrita em 2023 e vale desde março de 2024. Selfie liberada, valor de consulta liberado, antes e depois autorizado sob condições duras — e o repost do elogio do paciente virando publicação sua.
Captação
Você passou meses se especializando, comprou o equipamento, abriu a agenda — e o anúncio de estreia rendeu três curtidas. O problema quase nunca é alcance: é que o anúncio fala do serviço, e quem decide ainda não sabe que tem o problema que ele resolve.
Negócio
Seguidor, curtida e visualização são os números mais visíveis e os que menos explicam. As quatro medidas que dizem se um perfil de saúde está funcionando, onde encontrá-las, de quanto em quanto tempo olhar e por que quase nenhuma decisão deve ser tomada numa semana.