Conteúdo para médicos
Nenhuma especialidade divide tanto a tela com promessa de resultado rápido. Três publicações por semana no perfil do consultório de endocrinologia, na sua identidade, sem antes e depois de corpo e sem número de peso.
O resultado do exame chegou por e-mail numa quinta à noite, com uma linha fora do intervalo de referência. O retorno com quem pediu é daqui a três semanas.
Então a pessoa faz o que todo mundo faz: digita o nome do hormônio no celular. A tela devolve prazo curto e certeza grande — trinta dias, resultado garantido, o metabolismo que alguém promete destravar. Tudo com a mesma cara e a mesma pressa.
Ela rola até cansar. E o que fica, no fim, não é nenhuma daquelas certezas: é o perfil que se deu ao trabalho de explicar o que aquela linha significa — e o que ela ainda não significa.
✦ Compare antes de decidir
As alturas ao lado são proporcionais aos preços. A diferença por mês é essa mesmo.
Agência de marketing
Be Visible Instagram
R$ 1.200 a menos, todo mês
O que o mês publica
12 posts prontos por mês — 3 por semana, você só aprova.
Prazo curto, número grande, protocolo com nome próprio, o nome comercial de um medicamento usado como chamariz: é o conteúdo mais barato de produzir que existe. Sai em qualquer quantidade, sempre igual a si mesmo, e ocupa a tela usando as mesmas palavras que você usa na consulta.
Não se ganha essa disputa entrando nela. Aqui a saída é uma recusa, e ela é declarada: não sai antes e depois de corpo, não sai número de peso, não sai nome de remédio como isca e não sai "protocolo" apresentado como fórmula. O motivo é clínico antes de ser editorial. Dois pacientes com o mesmo diagnóstico respondem de formas diferentes ao mesmo tratamento; a dose de hoje pode não ser a do próximo trimestre; e a peça que sugere o contrário atrapalha justamente a conversa que você vai ter na sala, porque cria uma expectativa que o tratamento real não confirma.
No lugar disso entra o que a consulta faz de verdade. O que uma investigação procura antes de fechar diagnóstico. O que um exame de tireoide mede e o que ele não mede sozinho — por que um TSH fora da faixa não é, por si, uma decisão de tratamento, e por que o nódulo achado num ultrassom de rotina costuma pedir calma antes de pedir conduta. Assunto que não circula por prometer: circula por ser exato.
Essa recusa não foi escrita para a endocrinologia — ela vale em qualquer consultório médico, com a mesma lista. Nada é publicado sem passar pelo seu crivo: a última palavra é sua, e o que for particular da endocrinologia você confere no CRM da sua região.
✦ O que a presença constrói
Clínica, sala dividida, convênio, plantão, atendimento online — onde você atende pode mudar várias vezes ao longo da carreira. Sua marca vai junto. O Be Visible Instagram trabalha a sua marca todos os meses — um perfil que constrói lembrança enquanto você atende.
Perfil que só se anuncia vira panfleto — e panfleto ninguém segue. Seu conteúdo alterna quatro frentes que constroem um nome:
Posts de serviços com direção de arte — informação e convite, nunca promessa.
Conteúdo que mostra o seu método e o seu cuidado — o que faz alguém escolher você.
Mito e verdade, prevenção, quando procurar ajuda — em linguagem simples.
Identidade visual consistente que faz seu nome ser reconhecido no feed.
Poucas especialidades atendem públicos tão distantes entre si. Quem descobre um nódulo de tireoide e quem convive com diabetes tipo 1 desde os nove anos não têm uma pergunta em comum. A mulher de trinta e poucos anos com ciclo irregular, acne e pelo onde não havia; o homem que chegou com a palavra testosterona já pronta, aprendida num anúncio; a paciente atravessando a menopausa; a família que quer saber se a criança está crescendo no ritmo dela — cada um entra por uma porta diferente, com vocabulário próprio.
O tipo 2 costuma chegar pelo exame de rotina que veio alterado, e a dúvida é quase sempre a mesma: e agora, é para sempre? O tipo 1 chega pela família recém-diagnosticada, aprendendo contagem de carboidrato em uma semana e convivendo com a decisão de cada refeição pelos vinte anos seguintes. São assuntos que não cabem no mesmo post, nem no mesmo tom.
E há a obesidade, que é o público que a tela inteira pior atende. Ela é doença crônica — tem fisiologia, tem recidiva, tem tratamento longo — e é tratada lá fora como falha de caráter, com solução vendida em trinta dias. Um perfil que a nomeia como doença, sem constrangimento e sem promessa, já adianta a quem lê o tipo de consulta que vai encontrar. Boa parte desse cuidado é dividida com quem conduz a parte alimentar do mesmo tratamento, e é bom que o perfil mostre isso: quem trata junto explica junto.
Um mês inteiro cabe nessas portas sem virar uma coisa só, desde que cada peça seja escrita para um desses leitores e o calendário se revese entre eles. Como essa divisão é feita está em por que doze posts não podem ser doze vezes a mesma coisa.
✦ Antes de decidir
A gente conhece o seu trabalho, monta catorze dias de conteúdo com a sua cara e entrega tudo pronto — arte, texto e legenda. Esse período não é cobrado: você vê o que a gente faz antes de decidir qualquer coisa.
No WhatsApp: a sua área, o seu jeito de atender, o seu @ e as fotos que você já tiver.
Catorze dias de conteúdo com a sua identidade visual, dentro das normas do seu conselho.
Arte e legenda, post por post, prontos para publicar. O que fazer com eles é decisão sua.
✦ Quem já usa
O que mudou para eles não foi o número de seguidores. Foi a segunda-feira de manhã.
Eu adiava o post da semana desde sempre. Hoje o mês chega pronto e eu só aprovo.
Na primeira semana eu conferia post por post com a resolução do CFM aberta. Faz tempo que não abro.
Perguntei logo se eu ia ter que gravar vídeo. Não gravei nenhum, e o perfil continua parecendo meu.
Meu último post era de outubro do ano passado. Agora tem coisa nova lá toda semana, e eu não passo do "aprovar".
Aprovo o mês inteiro esperando o primeiro paciente chegar.
A agência de antes chamava o meu trabalho de massagem. Aqui eu não precisei explicar o que é RPG.
Eu sentava com o celular sem saber o que dizer. Agora os assuntos já vêm escolhidos — são as perguntas que os pais me fazem.
Entrei pelos 14 dias só para ver no que dava. Assinei o ano antes de eles acabarem.
Quase ninguém chega pelo nome da especialidade. Chega pelo cansaço que não passa, pela queda de cabelo, pelo açúcar alto no exame anual, pela palavra que outro profissional usou no retorno anterior. "Endocrinologista perto de mim" tem cerca de 1.300 buscas por mês no Brasil: é o pedaço mais direto do público, e é o menor.
O resto pesquisa o que sente. E o que essa pesquisa entrega primeiro raramente presta — recorte de vídeo sem contexto, fórum, relato de quem tratou outra pessoa, tabela de valores "ideais" que não são de ninguém. Daí a primeira parte da consulta virar demolição: um bom pedaço do tempo vai embora tirando do caminho o que a pessoa leu antes de chegar.
Parte dessa demolição, aliás, começa antes de você: a pessoa leu o próprio resultado no caminho, e o que ela entendeu ali já chegou junto. É a razão de quem processa o exame que você pediu ter um trabalho de comunicação parecido com o seu, e do outro lado da mesma folha.
Um perfil que passa o ano explicando esses mesmos assuntos faz parte desse trabalho antes da consulta. É onde a informação correta fica disponível sem que ninguém precise marcar para ter acesso a ela — e quem acompanha o seu perfil por três meses senta na cadeira com perguntas melhores.
Até aqui, o serviço. O dia a dia da conta é outra pergunta, e nesta especialidade ela é a mais decisiva que existe: para quem cada peça do mês é escrita, o que se pode mostrar de uma sala onde quase tudo tem nome de gente impresso, e por que o assunto publicado é o que decide quem manda mensagem.
Diabetes, tireoide, obesidade, osteoporose: a sua é a medicina do convívio. Quase não existe alta, existe acompanhamento. A mesma pessoa volta à sua sala por vinte anos — e do fim de um retorno ao começo do seguinte passam três, seis meses em que ela convive com aquilo sozinha.
É nesse intervalo que o perfil trabalha. Ele responde à dúvida de março que não valia um telefonema, situa o exame que veio diferente antes que o susto vire pesquisa ruim, explica por que a dose muda, por que um ajuste leva semanas para aparecer no exame seguinte, por que a hora em que se toma o comprimido importa, por que largar o tratamento no mês em que a pessoa se sente bem é o passo em falso mais comum de todos. Nada disso ocupa o lugar da consulta: segura a linha até ela.
É também de onde vem a indicação, que em endocrinologia quase nunca nasce de um desfecho espetacular. Nasce de quem finalmente entendeu a própria doença e consegue dizer, numa conversa qualquer, quem foi que explicou.
Por isso o que a gente assume não é a peça, é o calendário: três publicações por semana, mês após mês, desenhadas na sua identidade e aprovadas uma a uma por você, pelo celular, sem nada para gravar nem escrever. Os primeiros catorze dias saem antes de qualquer decisão — as peças chegam prontas, você lê e decide depois, e não pedimos contrato nem cartão. Quanto tempo costuma passar entre a primeira pesquisa e o primeiro contato está em o intervalo que separa a busca da mensagem.
Ajuda, e é o melhor uso dele. Quem chega assim não está mal-intencionado: leu o que estava mais à mão. Um perfil que vem explicando há meses o que um exame diz, o que ele não diz e por que um tratamento leva o tempo que leva encurta essa conversa — a pessoa senta já sabendo o que você trabalha e o que você não faz.
Tem, e é onde ele rende mais. Entre um retorno e o próximo passam meses em que a pessoa convive com aquilo sozinha, e é aí que a dúvida pequena aparece. Um perfil ativo responde essa dúvida antes que ela vire pesquisa ruim — e quem entende o próprio tratamento é quem melhor explica você para os outros.
Falamos do assunto, nunca do produto. O post explica o que a condição é, o que o acompanhamento envolve e o que costuma ser mal entendido — sem nome comercial, sem indicação e sem prometer desfecho. Conduta é individual e nasce na consulta, com exame na mão. Se um tema específico levantar dúvida, quem dá a palavra final é o seu CRM regional.
É a nossa forma de mostrar o serviço em vez de descrever — e esse período não é cobrado. A conversa começa no WhatsApp: perguntamos sobre a sua área, o seu jeito de atender, o seu @ e as fotos que você já tiver. Com isso a produção monta catorze dias de conteúdo com a sua identidade visual e dentro das normas do seu conselho, e entrega tudo pronto — arte, texto e legenda, post por post. Não pedimos contrato nem cartão: se não fizer sentido para você, não há passo seguinte.
Não. Médicos e dentistas são a maior parte de quem está conosco, mas o serviço é o mesmo para psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas, fonoaudiólogos e outras profissões da saúde. O que muda de uma para outra é o assunto — que sai da sua área — e o conselho que rege a sua publicidade. A estrutura de trabalho é a mesma.
Não — e ninguém sério garante. O que garantimos é presença profissional e constante no seu Instagram. Presença constrói lembrança, e lembrança vira procura. O atendimento continua sendo o seu talento.
Esse é o ponto de partida, não um detalhe. Trabalhamos com a régua mais conservadora da publicidade em saúde, e ela vale para todo mundo: nada de promessa de resultado, antes e depois, depoimento de paciente ou preço em post — o conteúdo é educativo, de serviço e de autoridade. Vale para o CFM, para o CFO e para os conselhos das outras profissões da saúde. E você aprova cada post antes de ir ao ar, porque quem responde perante o conselho é você.
Não é obrigatório. Trabalhamos com o que você tiver: fotos do seu espaço de atendimento, fotos suas, ou um banco de imagens profissional. Quanto mais material seu, mais pessoal fica o perfil — mas começamos com o que existe.
Nenhum — é o ponto de partida de quase todo mundo. O perfil não precisa de histórico para começar: a identidade visual arruma a casa logo na primeira semana, e a constância faz o resto, post a post. Quem abrir o seu perfil daqui a um mês encontra um profissional presente — e essa primeira impressão não depende do número de seguidores.
Você recebe tudo pronto e aprova pelo celular. A publicação pode ficar com você ou conosco, conforme combinado no onboarding.
Principalmente. O perfil é seu, e a marca construída continua com você ao longo da carreira — onde quer que você atenda, inclusive online. Profissional lembrado é profissional procurado, inclusive dentro da clínica.
O onboarding leva poucos dias. Na primeira semana seu perfil já está publicando com a nova identidade.
Compromisso, só se você quiser. No plano anual são R$ 4.798,80 no cartão, numa cobrança só, valendo doze meses — o equivalente a R$ 399,90 por mês. É uma assinatura: daqui a um ano a Stripe cobra de novo sozinha, no mesmo valor. Cancelando, o acesso vai até o fim do ano que você pagou. Preferindo não se comprometer, o mês avulso é R$ 699,90 e você cancela quando quiser.
Ficou uma pergunta que não está aqui? Pergunta no WhatsApp — a resposta vem em horário comercial.
Investimento
Sem taxa de setup e sem surpresa no boleto. Você não precisa escolher entre atender bem e aparecer bem — a parte de aparecer é com o Be Visible Instagram.
Contratando o ano, o mês sai 43% mais barato: R$ 4.798,80 numa cobrança só, e a renovação é automática.
Plano anual
R$399,90/mês
R$ 4.798,80 por ano, numa cobrança só · renova sozinho
Quero começarResposta no WhatsApp, em horário comercial
Prefere não se comprometer?
R$ 699,90/mês avulso,
cancela quando quiser.
Já decidiu? Assinar agora no cartão →
Antes de decidir
Manda o seu @ pra gente: a gente entende o seu trabalho e monta catorze dias de conteúdo com a sua cara — arte e legenda prontas, antes de qualquer decisão.
Falar no WhatsAppResposta em horário comercial. Ninguém liga sem avisar.
lembrado antes da próxima consulta
Conselhos
A norma que rege o Instagram do médico foi reescrita em 2023 e vale desde março de 2024. Selfie liberada, valor de consulta liberado, antes e depois autorizado sob condições duras — e o repost do elogio do paciente virando publicação sua.
Captação
Você passou meses se especializando, comprou o equipamento, abriu a agenda — e o anúncio de estreia rendeu três curtidas. O problema quase nunca é alcance: é que o anúncio fala do serviço, e quem decide ainda não sabe que tem o problema que ele resolve.
Negócio
Seguidor, curtida e visualização são os números mais visíveis e os que menos explicam. As quatro medidas que dizem se um perfil de saúde está funcionando, onde encontrá-las, de quanto em quanto tempo olhar e por que quase nenhuma decisão deve ser tomada numa semana.