Conteúdo para médicos

Marketing para endocrinologistas

Nenhuma especialidade divide tanto a tela com promessa de resultado rápido. Três publicações por semana no perfil do consultório de endocrinologia, na sua identidade, sem antes e depois de corpo e sem número de peso.

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@dra.juliatavares Odontopediatria · Campinas, SP Odontopediatra. Aqui o dentista conta história antes de contar dente.
@dra.marinacastelo Odontologia estética · São Paulo, SP Sorrisos planejados com calma, etapa por etapa. Consultório nos Jardins.
@leticia.fono Fonoaudiologia infantil · Belo Horizonte, MG Fala, linguagem e alimentação na infância. Terapia com brincadeira e família por perto.
@dra.renatasa.derm Dermatologia · Porto Alegre, RS Dermatologia clínica e preventiva. Exame da pele com método, sem pressa.
@camiladuarte.psi Psicologia clínica · Florianópolis, SC Psicóloga clínica. Atendimento presencial e online, para adultos.
@brunosalles.fisio Fisioterapia esportiva · Rio de Janeiro, RJ Fisioterapeuta esportivo. Do retorno ao treino à prevenção, com carga medida.
@dra.beatrizfontes Ginecologia e obstetrícia · Recife, PE Ginecologia, obstetrícia e pré-natal. Uma consulta para cada fase do corpo.
@dra.ceciliawerneck Geriatria · Salvador, BA Geriatra. Consultas longas, com quem acompanha por perto.
@clinicaaurora Clínica multiprofissional · Goiânia, GO Várias especialidades no mesmo endereço. Recepção de segunda a sábado.
@helenaprado.nutri Nutrição clínica · Brasília, DF Nutricionista clínica. Explico o que o exame e o prato têm a dizer antes de qualquer plano.
  • Medo de dentista? A gente desmonta em três passos.
  • Chupeta tem hora de ir embora. E dá para combinar.
  • Cada dente novo ganha uma olhada de perto.
  • Três trocas na lancheira que os dentes agradecem.
  • Na primeira vez, a gente só brinca de dentista.
  • Aqui a cadeira sobe, desce e vira nave.
  • Dente de leite não precisa de cuidado?
  • Três jeitos de escovar sem virar briga.
  • Caiu o primeiro dente. E agora?
  • Tempo para explicar cada etapa, sem pressa.
  • Dente bonito é, antes de tudo, dente saudável.
  • Cada sorriso pede um plano só dele.
  • O que acontece na primeira consulta.
  • As quatro etapas de uma reabilitação estética.
  • Um sorriso se planeja antes de se desenhar.
  • Faceta é só para quem quer dente branco?
  • O que saber antes de clarear os dentes.
  • Estética que começa pela saúde do sorriso.
  • Os pais participam de toda sessão. Sempre.
  • Chupeta não é vilã. É uma conversa sobre tempo e uso.
  • Cada criança tem o seu tempo. E o seu plano.
  • Três brincadeiras que ajudam a fala no dia a dia.
  • Como é a avaliação de fala e linguagem.
  • Aqui a terapia cabe dentro da brincadeira.
  • Toda criança fala no mesmo ritmo?
  • Três coisas que acontecem na primeira sessão.
  • Três sinais de que a fala pede um olhar.
  • Três princípios que organizam o atendimento aqui.
  • Dia nublado dispensa protetor solar?
  • Uma pinta nova depois dos 30 merece consulta.
  • As três fases do tratamento, e o critério de cada uma.
  • O que acontece numa consulta de dermatologia.
  • Por que a consulta começa pelo mapa da pele inteira.
  • Pele oleosa não precisa de hidratante?
  • Como escolher e como usar, em quatro passos.
  • Três coisas que a dermatoscopia enxerga antes do olho.
  • O que fica dentro da sala, e por que isso importa.
  • Terapia não anda em linha reta. E isso não é sinal de que parou.
  • Nem toda pergunta precisa de resposta na mesma sessão.
  • Três coisas que acontecem quando se interrompe um processo.
  • Como funciona a sessão à distância, passo a passo.
  • Um lugar onde dá para chegar antes de saber o que dizer.
  • Terapia é só para quem está em crise?
  • O que costuma acontecer nas primeiras sessões.
  • Como um processo costuma andar ao longo dos meses.
  • Do consultório à pista, o mesmo critério.
  • Gelo resolve toda dor de treino?
  • Carga é dose. Dose se ajusta.
  • Como a carga sobe sem o joelho reclamar.
  • Como é a primeira avaliação, em quatro passos.
  • Três coisas que a avaliação olha
  • Alongar antes do treino evita lesão?
  • O que acontece numa hora aqui.
  • Voltar não é começar de onde parou.
  • Consulta longa, sem pressa e sem pergunta boba.
  • Climatério não é um dia no calendário. É uma travessia.
  • A consulta também é o lugar de perguntar o que ninguém respondeu.
  • Três cuidados do pós-parto que ninguém explica antes.
  • Cada ultrassom da gestação, e o que cada um olha.
  • Seu corpo muda a vida inteira. A consulta acompanha.
  • Cólica forte é normal e faz parte?
  • Três coisas que o ciclo conta sobre a sua saúde.
  • O que acontece na primeira consulta de pré-natal.
  • Três combinados do consultório com quem chega.
  • Dormir pouco depois dos 70 é normal?
  • Uma consulta que ouve antes de examinar.
  • Três ajustes na casa que evitam queda.
  • Como é a primeira consulta, passo a passo.
  • Quanto tempo dura a consulta?
  • Tomar muito remédio é normal na idade?
  • O que perguntar na consulta.
  • Três coisas para separar antes de vir.
  • Uma casa, várias especialidades.
  • Quando a clínica atende
  • Cinco especialidades, um endereço só.
  • O caminho do exame, do pedido ao resultado.
  • Quem cuida de cada área da clínica.
  • O que a gente atende
  • Clínica grande é atendimento apressado?
  • Da primeira ligação ao plano, em três etapas.
  • As pessoas que você vai encontrar aqui.
  • Três combinados de quem se consulta aqui.
  • Suco natural vale o mesmo que a fruta inteira?
  • Açúcar livre: o limite é 10% da energia do dia.
  • Três coisas que se falam sobre açúcar e não se sustentam.
  • O que acontece numa consulta de nutrição.
  • Por que o Guia Alimentar brasileiro não fala em calorias.
  • Comer à noite engorda mais do que comer de dia?
  • Três coisas que se falam sobre carboidrato e não se sustentam.
  • O que os rótulos dizem, e o que escondem.

O resultado do exame chegou por e-mail numa quinta à noite, com uma linha fora do intervalo de referência. O retorno com quem pediu é daqui a três semanas.

Então a pessoa faz o que todo mundo faz: digita o nome do hormônio no celular. A tela devolve prazo curto e certeza grande — trinta dias, resultado garantido, o metabolismo que alguém promete destravar. Tudo com a mesma cara e a mesma pressa.

Ela rola até cansar. E o que fica, no fim, não é nenhuma daquelas certezas: é o perfil que se deu ao trabalho de explicar o que aquela linha significa — e o que ela ainda não significa.

O que está incluído

Compare antes de decidir

Os dois preços, na mesma régua.

As alturas ao lado são proporcionais aos preços. A diferença por mês é essa mesmo.

Começar pelos 14 dias Nada além da mensalidade.
Sem briefing todo mês.

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Agência de marketing

Be Visible Instagram

R$ 1.200 a menos, todo mês

O que o mês publica

12 posts prontos por mês — 3 por semana, você só aprova.

Ver os planos

O que um endocrinologista publica sem entrar na disputa da promessa

Prazo curto, número grande, protocolo com nome próprio, o nome comercial de um medicamento usado como chamariz: é o conteúdo mais barato de produzir que existe. Sai em qualquer quantidade, sempre igual a si mesmo, e ocupa a tela usando as mesmas palavras que você usa na consulta.

Não se ganha essa disputa entrando nela. Aqui a saída é uma recusa, e ela é declarada: não sai antes e depois de corpo, não sai número de peso, não sai nome de remédio como isca e não sai "protocolo" apresentado como fórmula. O motivo é clínico antes de ser editorial. Dois pacientes com o mesmo diagnóstico respondem de formas diferentes ao mesmo tratamento; a dose de hoje pode não ser a do próximo trimestre; e a peça que sugere o contrário atrapalha justamente a conversa que você vai ter na sala, porque cria uma expectativa que o tratamento real não confirma.

No lugar disso entra o que a consulta faz de verdade. O que uma investigação procura antes de fechar diagnóstico. O que um exame de tireoide mede e o que ele não mede sozinho — por que um TSH fora da faixa não é, por si, uma decisão de tratamento, e por que o nódulo achado num ultrassom de rotina costuma pedir calma antes de pedir conduta. Assunto que não circula por prometer: circula por ser exato.

Essa recusa não foi escrita para a endocrinologia — ela vale em qualquer consultório médico, com a mesma lista. Nada é publicado sem passar pelo seu crivo: a última palavra é sua, e o que for particular da endocrinologia você confere no CRM da sua região.

O que a presença constrói

O endereço muda. Seu nome fica.

Clínica, sala dividida, convênio, plantão, atendimento online — onde você atende pode mudar várias vezes ao longo da carreira. Sua marca vai junto. O Be Visible Instagram trabalha a sua marca todos os meses — um perfil que constrói lembrança enquanto você atende.

Um perfil que não fala só de consulta.

Perfil que só se anuncia vira panfleto — e panfleto ninguém segue. Seu conteúdo alterna quatro frentes que constroem um nome:

Serviços

O que você oferece, bem apresentado

Posts de serviços com direção de arte — informação e convite, nunca promessa.

Autoridade

Você como referência

Conteúdo que mostra o seu método e o seu cuidado — o que faz alguém escolher você.

Educativo

O que o paciente quer saber

Mito e verdade, prevenção, quando procurar ajuda — em linguagem simples.

Marca pessoal

Um perfil com a sua cara

Identidade visual consistente que faz seu nome ser reconhecido no feed.

Tireoide, diabetes e obesidade não procuram a mesma coisa

Poucas especialidades atendem públicos tão distantes entre si. Quem descobre um nódulo de tireoide e quem convive com diabetes tipo 1 desde os nove anos não têm uma pergunta em comum. A mulher de trinta e poucos anos com ciclo irregular, acne e pelo onde não havia; o homem que chegou com a palavra testosterona já pronta, aprendida num anúncio; a paciente atravessando a menopausa; a família que quer saber se a criança está crescendo no ritmo dela — cada um entra por uma porta diferente, com vocabulário próprio.

O tipo 2 costuma chegar pelo exame de rotina que veio alterado, e a dúvida é quase sempre a mesma: e agora, é para sempre? O tipo 1 chega pela família recém-diagnosticada, aprendendo contagem de carboidrato em uma semana e convivendo com a decisão de cada refeição pelos vinte anos seguintes. São assuntos que não cabem no mesmo post, nem no mesmo tom.

E há a obesidade, que é o público que a tela inteira pior atende. Ela é doença crônica — tem fisiologia, tem recidiva, tem tratamento longo — e é tratada lá fora como falha de caráter, com solução vendida em trinta dias. Um perfil que a nomeia como doença, sem constrangimento e sem promessa, já adianta a quem lê o tipo de consulta que vai encontrar. Boa parte desse cuidado é dividida com quem conduz a parte alimentar do mesmo tratamento, e é bom que o perfil mostre isso: quem trata junto explica junto.

Um mês inteiro cabe nessas portas sem virar uma coisa só, desde que cada peça seja escrita para um desses leitores e o calendário se revese entre eles. Como essa divisão é feita está em por que doze posts não podem ser doze vezes a mesma coisa.

Antes de decidir

Duas semanas de posts, feitas para você, antes de qualquer contrato.

A gente conhece o seu trabalho, monta catorze dias de conteúdo com a sua cara e entrega tudo pronto — arte, texto e legenda. Esse período não é cobrado: você vê o que a gente faz antes de decidir qualquer coisa.

Começar pelos 14 dias Não pedimos contrato nem cartão. Se não fizer sentido para você, não há passo seguinte.
  1. Uma conversa rápida

    No WhatsApp: a sua área, o seu jeito de atender, o seu @ e as fotos que você já tiver.

  2. A produção monta

    Catorze dias de conteúdo com a sua identidade visual, dentro das normas do seu conselho.

  3. Você recebe pronto

    Arte e legenda, post por post, prontos para publicar. O que fazer com eles é decisão sua.

Quem já usa

A semana deles continua cheia. O perfil também.

O que mudou para eles não foi o número de seguidores. Foi a segunda-feira de manhã.

  • Eu adiava o post da semana desde sempre. Hoje o mês chega pronto e eu só aprovo.
    Dra. AnaVerificado Dentista · Curitiba
  • Na primeira semana eu conferia post por post com a resolução do CFM aberta. Faz tempo que não abro.
    Dr. MarcosVerificado Ortopedista · Belo Horizonte
  • Perguntei logo se eu ia ter que gravar vídeo. Não gravei nenhum, e o perfil continua parecendo meu.
    Dra. CamilaVerificado Psicóloga · Salvador
  • Meu último post era de outubro do ano passado. Agora tem coisa nova lá toda semana, e eu não passo do "aprovar".
    Dr. RafaelVerificado Dermatologista · São Paulo
  • Aprovo o mês inteiro esperando o primeiro paciente chegar.
    Dra. LetíciaVerificado Nutricionista · Florianópolis
  • A agência de antes chamava o meu trabalho de massagem. Aqui eu não precisei explicar o que é RPG.
    Dr. BrunoVerificado Fisioterapeuta · Belém
  • Eu sentava com o celular sem saber o que dizer. Agora os assuntos já vêm escolhidos — são as perguntas que os pais me fazem.
    Dra. JulianaVerificado Pediatra · Goiânia
  • Entrei pelos 14 dias só para ver no que dava. Assinei o ano antes de eles acabarem.
    Dr. EduardoVerificado Fonoaudiólogo · Recife

A consulta começa desfazendo o que a tela ensinou

Quase ninguém chega pelo nome da especialidade. Chega pelo cansaço que não passa, pela queda de cabelo, pelo açúcar alto no exame anual, pela palavra que outro profissional usou no retorno anterior. "Endocrinologista perto de mim" tem cerca de 1.300 buscas por mês no Brasil: é o pedaço mais direto do público, e é o menor.

O resto pesquisa o que sente. E o que essa pesquisa entrega primeiro raramente presta — recorte de vídeo sem contexto, fórum, relato de quem tratou outra pessoa, tabela de valores "ideais" que não são de ninguém. Daí a primeira parte da consulta virar demolição: um bom pedaço do tempo vai embora tirando do caminho o que a pessoa leu antes de chegar.

Parte dessa demolição, aliás, começa antes de você: a pessoa leu o próprio resultado no caminho, e o que ela entendeu ali já chegou junto. É a razão de quem processa o exame que você pediu ter um trabalho de comunicação parecido com o seu, e do outro lado da mesma folha.

Um perfil que passa o ano explicando esses mesmos assuntos faz parte desse trabalho antes da consulta. É onde a informação correta fica disponível sem que ninguém precise marcar para ter acesso a ela — e quem acompanha o seu perfil por três meses senta na cadeira com perguntas melhores.

Até aqui, o serviço. O dia a dia da conta é outra pergunta, e nesta especialidade ela é a mais decisiva que existe: para quem cada peça do mês é escrita, o que se pode mostrar de uma sala onde quase tudo tem nome de gente impresso, e por que o assunto publicado é o que decide quem manda mensagem.

O que acontece entre um retorno e o outro

Diabetes, tireoide, obesidade, osteoporose: a sua é a medicina do convívio. Quase não existe alta, existe acompanhamento. A mesma pessoa volta à sua sala por vinte anos — e do fim de um retorno ao começo do seguinte passam três, seis meses em que ela convive com aquilo sozinha.

É nesse intervalo que o perfil trabalha. Ele responde à dúvida de março que não valia um telefonema, situa o exame que veio diferente antes que o susto vire pesquisa ruim, explica por que a dose muda, por que um ajuste leva semanas para aparecer no exame seguinte, por que a hora em que se toma o comprimido importa, por que largar o tratamento no mês em que a pessoa se sente bem é o passo em falso mais comum de todos. Nada disso ocupa o lugar da consulta: segura a linha até ela.

É também de onde vem a indicação, que em endocrinologia quase nunca nasce de um desfecho espetacular. Nasce de quem finalmente entendeu a própria doença e consegue dizer, numa conversa qualquer, quem foi que explicou.

Por isso o que a gente assume não é a peça, é o calendário: três publicações por semana, mês após mês, desenhadas na sua identidade e aprovadas uma a uma por você, pelo celular, sem nada para gravar nem escrever. Os primeiros catorze dias saem antes de qualquer decisão — as peças chegam prontas, você lê e decide depois, e não pedimos contrato nem cartão. Quanto tempo costuma passar entre a primeira pesquisa e o primeiro contato está em o intervalo que separa a busca da mensagem.

Perguntas de quem trabalha com medicina

Meus pacientes chegam citando tratamento que viram na internet. O perfil ajuda nisso?+

Ajuda, e é o melhor uso dele. Quem chega assim não está mal-intencionado: leu o que estava mais à mão. Um perfil que vem explicando há meses o que um exame diz, o que ele não diz e por que um tratamento leva o tempo que leva encurta essa conversa — a pessoa senta já sabendo o que você trabalha e o que você não faz.

Trato doença crônica: a mesma pessoa volta por dez, vinte anos. O perfil tem papel nisso?+

Tem, e é onde ele rende mais. Entre um retorno e o próximo passam meses em que a pessoa convive com aquilo sozinha, e é aí que a dúvida pequena aparece. Um perfil ativo responde essa dúvida antes que ela vire pesquisa ruim — e quem entende o próprio tratamento é quem melhor explica você para os outros.

Posso falar de medicamento e de tratamento nos posts?+

Falamos do assunto, nunca do produto. O post explica o que a condição é, o que o acompanhamento envolve e o que costuma ser mal entendido — sem nome comercial, sem indicação e sem prometer desfecho. Conduta é individual e nasce na consulta, com exame na mão. Se um tema específico levantar dúvida, quem dá a palavra final é o seu CRM regional.

Como funcionam os primeiros 14 dias?+

É a nossa forma de mostrar o serviço em vez de descrever — e esse período não é cobrado. A conversa começa no WhatsApp: perguntamos sobre a sua área, o seu jeito de atender, o seu @ e as fotos que você já tiver. Com isso a produção monta catorze dias de conteúdo com a sua identidade visual e dentro das normas do seu conselho, e entrega tudo pronto — arte, texto e legenda, post por post. Não pedimos contrato nem cartão: se não fizer sentido para você, não há passo seguinte.

Vocês atendem só médicos e dentistas?+

Não. Médicos e dentistas são a maior parte de quem está conosco, mas o serviço é o mesmo para psicólogos, fisioterapeutas, nutricionistas, fonoaudiólogos e outras profissões da saúde. O que muda de uma para outra é o assunto — que sai da sua área — e o conselho que rege a sua publicidade. A estrutura de trabalho é a mesma.

Vocês garantem que a minha agenda vai encher?+

Não — e ninguém sério garante. O que garantimos é presença profissional e constante no seu Instagram. Presença constrói lembrança, e lembrança vira procura. O atendimento continua sendo o seu talento.

O conteúdo respeita as normas do meu conselho?+

Esse é o ponto de partida, não um detalhe. Trabalhamos com a régua mais conservadora da publicidade em saúde, e ela vale para todo mundo: nada de promessa de resultado, antes e depois, depoimento de paciente ou preço em post — o conteúdo é educativo, de serviço e de autoridade. Vale para o CFM, para o CFO e para os conselhos das outras profissões da saúde. E você aprova cada post antes de ir ao ar, porque quem responde perante o conselho é você.

Eu preciso aparecer nos conteúdos?+

Não é obrigatório. Trabalhamos com o que você tiver: fotos do seu espaço de atendimento, fotos suas, ou um banco de imagens profissional. Quanto mais material seu, mais pessoal fica o perfil — mas começamos com o que existe.

Meu perfil está parado ou tem poucos seguidores. Tem problema?+

Nenhum — é o ponto de partida de quase todo mundo. O perfil não precisa de histórico para começar: a identidade visual arruma a casa logo na primeira semana, e a constância faz o resto, post a post. Quem abrir o seu perfil daqui a um mês encontra um profissional presente — e essa primeira impressão não depende do número de seguidores.

Quem publica os posts?+

Você recebe tudo pronto e aprova pelo celular. A publicação pode ficar com você ou conosco, conforme combinado no onboarding.

Serve para quem atende em clínica, hospital ou consultório dividido?+

Principalmente. O perfil é seu, e a marca construída continua com você ao longo da carreira — onde quer que você atenda, inclusive online. Profissional lembrado é profissional procurado, inclusive dentro da clínica.

Em quanto tempo começo a ver meu perfil ativo?+

O onboarding leva poucos dias. Na primeira semana seu perfil já está publicando com a nova identidade.

Tem fidelidade? Como funciona o pagamento?+

Compromisso, só se você quiser. No plano anual são R$ 4.798,80 no cartão, numa cobrança só, valendo doze meses — o equivalente a R$ 399,90 por mês. É uma assinatura: daqui a um ano a Stripe cobra de novo sozinha, no mesmo valor. Cancelando, o acesso vai até o fim do ano que você pagou. Preferindo não se comprometer, o mês avulso é R$ 699,90 e você cancela quando quiser.

Ficou uma pergunta que não está aqui? Pergunta no WhatsApp — a resposta vem em horário comercial.

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Contratando o ano, o mês sai 43% mais barato: R$ 4.798,80 numa cobrança só, e a renovação é automática.

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